segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Usuários da CPTM reclamam do abandono de passarelas


Na região do Brás, zona leste da cidade duas importantes passarelas de responsabilidade da CPTM apresentam irregularidades. A que se encontra na Rua Visconde de Parnaíba, está interditada desde março. As consequências tanto para quem reside, quanto para comerciantes são diversas.

O morador Antônio Alves de Lima, que reside há mais de dez anos na região, relata que devido à falta de acesso tem de percorrer um longo percurso. O trajeto inclui trechos sem iluminação, ou com riscos de atropelamento. Uma situação que também não agrada os comerciantes.

Interdição de passarela na Rua Visconde de Parnaíba, no Brás,  não impede eventuais invasões.

Marcos Oliveira Santos é proprietário de um pequeno restaurante, e acredita que a liberação da passarela poderia ajudar, e muito. “Tem muita empresa baixando as portas por aqui, o movimento caiu consideravelmente e a passarela que deveria ajudar está fechada”, afirma.

Quase dois quilômetros à frente, na Rua Coronel Francisco Amaro outra passagem existente sobre a linha férrea, não está com o acesso bloqueado, mas se encontra em um péssimo estado de conservação. A estrutura de metal está enferrujada, os degraus esburacados, e não existe cobertura.

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos garantiu em um comunicado enviado por e-mail, que dentro de 60 dias irá instalar uma passarela provisória, na Rua Visconde de Parnaíba. Quanto à existente na Rua Francisco Amaro, por ser tombada pelo Conpresp,  será necessário a elaboração de um estudo para o devido restauro.

Confira abaixo a íntegra da nota da CPTM:

“A CPTM implantará, em até 60 dias, uma travessia provisória no local próximo à passarela da rua Visconde de Parnaíba, que atualmente está interditada. A Companhia estuda qual estrutura melhor atenderá às exigências de segurança para a passagem dos pedestres.

A passarela da rua Visconde de Parnaíba é tombada e a da rua do Bucolismo está enquadrada como ZEPEC – Zona Especial de Preservação Cultural, pelo Conpresp, órgão da Prefeitura. A Companhia desenvolve os estudos para a recuperação de ambas as travessias”.

O Estado de São Paulo – 26/09/2016

Comentário do SINFERP

Claro. Está em estudos, é claro.

2 comentários:

Anônimo disse...

Passarela irrigada com urina e fezes dos transeuntes que passam aí com destino a um albergue próximo! Dá ânsia de vomito!

SINFERP disse...

Pois é, e ninguém cuida.