domingo, 1 de maio de 2016

SuperVia (RJ) suspende temporariamente linha após vandalismo em trem

Às 16h30 de sexta-feira (29), minutos antes de partir da estação Deodoro com destino a Honório Gurgel (ramal Belford Roxo), um trem precisou ter a viagem cancelada após algumas janelas serem arrancadas. A composição foi retirada de circulação, o que provocou o cancelamento de várias viagens até o momento. Por isso, o funcionamento da linha está suspenso temporariamente.
Pensando nos moradores da Baixada Fluminense e das Zonas Oeste e Norte do Rio de Janeiro, a Supervia criou a linha Honório Gurgel – Deodoro em maio de 2015, oferecendo aos passageiros deslocamentos com mais agilidade e conforto entre essas duas regiões. 
A linha, que funciona com partidas a cada 30 minutos, permite a integração com os quatro ramais da concessionária: Deodoro, Belford Roxo, Japeri e Santa Cruz. No primeiro trimestre deste ano, a Supervia precisou substituir 90 janelas danificadas por pedradas e outros objetos arremessados contra composições, ou arrancadas dos trens durante as viagens e jogadas na linha férrea. Dos oito modelos de trens que sofreram danos, o novo trem chinês é um dos mais atingidos, tendo sido ao menos 19 vezes danificado. 
Muito além do prejuízo financeiro que estas ocorrências acarretam à empresa, o maior impacto é causado na vida dos passageiros, pois a circulação dos trens é afetada, impactando no deslocamento diário da população e, ainda, colocam em risco a vida de passageiros e funcionários.
Jornal do Brasil – 30/04/2016

Comentário do SINFERP


Já passou da hora de por fim nessa história de penalizar usuários por conta da incompetência da empresa de zelar pela integridade de patrimônio, funcionários e principalmente clientes. O que a Supervia está tentando fazer é com que a segurança pública tome conta de seu patrimônio, funcionários e passageiros. Isso não vai e não pode acontecer, pois se trata de uma empresa, e ela deve cuidar de sua segurança e a de seus transportados. Imagine se a moda pega: polícia tomando conta de bancos, de comércios, de indústrias...  Segurança faz parte do “negócio”, ainda mais em algumas regiões de risco, oras. 

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