sábado, 7 de maio de 2016

Simulação de ataque terrorista movimenta estação do metrô de SP

Uma simulação de um ataque terrorista movimentou a estação Butantã do Metrô de São Paulo na manhã deste sábado (7). Alguns passageiros que passavam pelo local se confundiram e acreditaram que se tratava de uma ação policial de verdade.

A atividade simulava uma explosão de uma bomba num trem da linha 4-amarela, que liga a Luz (centro) ao Butantã, na zona oeste da capital.

O simulado contou com cerca de 300 pessoas, entre policiais, bombeiros, socorristas e pessoas que atuaram como vítimas. Muitas delas, pintadas com tinta vermelha, correram pelas plataformas.
O evento ocorreu entre 9h30 e 11h30. Foi a primeira vez que uma simulação como essa ocorreu durante a operação normal do metrô.

Os passageiros puderam embarcar e desembarcar normalmente na estação. A circulação dos trens não foi afetada. 

Folha de São Paulo – 07/05/2016

Comentário do Sinferp


Muito interessante essa simulação toda, com direito a performance cinematográfica, etc. Só uma questão que vez ou outra apresentamos, e sempre sem resposta: o que acontece se houver incêndio em estações do Metrô e mesmo da CPTM? No caso da última empresa, mesmo com estações em ambiente aberto, não há rota de fuga para passageiros. Quando alguém vai se preocupar com isso, pois a probabilidade de incêndio é imensamente maior do que de ataque terrorista?

2 comentários:

Luiz Carlos Leoni disse...

Entendo do que a preocupação com segurança é uma boa medida, porém de nada vale se não se investir para se aliviar a superlotação nas principais estações metrô ferroviárias, e para isto a descentralização com a construção de novas estações de passageiros como a do Bom Retiro, Mooca, e mesmo a revitalização da Júlio Prestes que hoje se encontra subutilizadas são fundamentais e prioritárias.

Concordo perfeitamente que a preocupação com terrorismo, é uma distorção inócua e inoportuna com relação ao tumulto com relação a incêndios e aglomerações.

SINFERP disse...

Caro Leoni,

Que todo o sistema está aquém da necessidade dos usuários e não há o que dizer. Tempo e conversa não faltaram para ampliar a malha, mas como sabemos ficou tudo na prosa, nos "projetos" apresentados em véspera de eleições. Imagine agora que o governo pode alegar falta de recursos?