sexta-feira, 29 de abril de 2016

Trem do VLT é pichado por vândalos no bairro do Macuco, em Santos

Crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (28), na Estação Porto. EMTU afirma que veículo não estava em operação e irá apurar o caso.

Um trem do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Santos, no litoral de São Paulo, foi pichado por vândalos, na madrugada desta quinta-feira (28). Por enquanto, ninguém foi preso.

De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), responsável pelo VLT, o veículo se encontrava na Estação Porto, próximo a rua Manoel Tourinho, no bairro do Macuco. Ainda segundo a EMTU, o trem ainda não estava em operação e, portanto, os atos não devem afetar a circulação do meio de transporte.

Nesta quarta-feira (27), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, esteve em Santos para inaugurar uma estação do VLT e anunciou que a Estação Porto, Ana Costa, Washington Luís e Conselheiro Nébias devem estar operando até dezembro de 2016.

Em nota, a prefeitura de Santos afirmou que a fiscalização dos veículos é de responsabilidade da EMTU e que não possui câmeras de monitoramento no local. Já a EMTU lamentou os atos de vandalismo ocorridos e afirma que está fazendo um boletim de ocorrência para apuração dos responsáveis.

G1 – 29/04/2016

Comentário do SINFERP


Incrível deixar um veículo com esse valor sem controle de segurança.  Câmera de monitoramento para que? Para saber, depois, quem danificou o patrimônio? Lamentar? Fazer boletim de ocorrência? É gozação.. Como o metrô de São Paulo deve também estar adotando o padrão CPTM.

2 comentários:

Euripedes disse...

Concordo em parte com o SINFERP. A falta de segurança estimula o vandalismo. Mas existe um outro problema muito grave em torno disso. Sou da opinião, que nossa sociedade tem estimulado muito esse tipo de indisciplina, principalmente entre os mais jovens. Se o SINFERP está lembrado, esse pessoal é considerado "artistas de rua". Existe até concursos com prêmios sobre a "melhor arte pichada". Na cidade de São Paulo e em muitas outras cidades do interior, isso é considerado "arte" e a sociedade é leniente com esse pessoal. Sendo assim, não existe segurança alguma que consiga corrigir esse problema.

SINFERP disse...

Mais uma razão, Eurípedes, para reforçar a segurança patrimonial. Mais prudente cuidados de meia dúzia de trens e que custam muito aos cofres públicos, do que imaginar possível a mudança de mentalidade de pixadores e até mesmo de grafiteiros. Fizeram o mesmo com trens em outros países, e Portugal é exemplo. Não tem jeito. Basta viajar em trens do Metrô e da CPTM, em horário de pico, e diante dos olhos de todos, par testemunhar falta de educação, carinho e cuidado com material rolante, estações e pessoas. Não tem jeito: alguns só funcionam na vigilância e na coerção. Chato dizer, mas é assim. O que dizer dessas criaturas na calada da noite e na certeza da impunidade?