sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

R$ 3,80: Movimento Passe Livre fará protesto contra aumento das tarifas em São Paulo

Está marcado para o início de 2016 um grande protesto contra o reajuste para o transporte público de São Paulo. 
As tarifas de transporte público de São Paulo foram reajustadas e a população reclamou durante toda esta quarta-feira (30), tanto é que o tema foi parar entre os assuntos mais comentados no Twitter e foi assim durante todo o dia. 
E foi só anunciar o aumento das tarifas para R$ 3,80 que o MPL - Movimento Passe Livre - logo se mobilizou e agendou uma mega manifestação que acontecerá em janeiro de 2016, no dia 8, bem às vésperas do novo aumento entrar em vigor para as passagens de trem, metrô e também de ônibus.
Luíze Tavares, que é uma das integrantes do Movimento Passe Livre, alega que nada justifica este aumento e o cidadão não pode aceitar calado que o transporte público fique tão caro, principalmente agora em um momento de crise que o país atravessa.
No Twitter, assim como em outras redes sociais, milhares de estudantes participaram de um protesto virtual e se comprometeram a participar da luta contra este reajuste. O GAS - Grupo Autônomo Secundarista - publicou no Facebook uma mensagem informando que o grupo está se organizando para ir à luta contra esta tarifa e quer ver trabalhadores e estudantes juntos nesta reivindicação.
Em 2013, milhares de pessoas foram às ruas protestarem contra o aumento não só em São Paulo, mas também em várias outras cidades e em muitos lugares o resultado foi positivo e o aumento na tarifa foi cancelado, inclusive em São Paulo onde a tarifa naquela época teve a redução desejada, após o anúncio do reajuste.
No início de 2015 também houve protestos quando a tarifa foi reajustada para R$ 3,50 só que nesta ocasião não houve nenhum resultado positivo e o aumento foi mantido.
Mas o movimento está se organizando para que em janeiro de 2016 o protesto consiga atingir melhores resultados.
Para o MPL, a tarifa deve ser zero, ou seja, o transporte gratuito é um serviço público e como tal deve ser gratuito, assim como temos a educação gratuita e também a saúde pública que oferece o serviço gratuitamente ao cidadão.

BlastingNews – Myriam Aparecida -  30/12/2015

2 comentários:

Thiago nunes viana disse...

Esta caro e vai ficar mais caro ainda.... Não vejo a SPTrans evoluir um milimetro na direção de reduzir peso dos veículos, ou adicionar robustez aos veículos... sempre colocando mais "trecos": é o novo validador que faz reconhecimento facial (mas que vive quebrando), é as tais tomadas pra recarga de celular (pra que isso????).... melhorar a normatização das instalações elétricas dos veículos para elas serem mais robustas quanto a trepidações? não isso não interessa. substituir a "fórmica" por plástico? não isso não interessa, é bom que a fórmica apodreça e tenham de ficar refazendo o carro a cada 5 anos.... poderiam substituir o vidro por policarbonato (a exemplo do que a cptm fez nos trens da linha 10) mas não. vamos botar ar condicionado bem potente que é pra ver um microonibus que pesa 9 ton (peso bruto total) gastar igual uma carreta com 54 ton de peso bruto total.... mas queremos internet de graça! claro pq, se nem as "operadoras de telefonia" conseguem fornecer um serviço decente com as tarifas que elas cobram, será o transporte coletivo que vai fazer isso.... poderiam até mesmo melhorar a suspensão com "novos" avanços na fabricação de molas.... lendo sobre metalurgia física, descobri que o porque de as molas quebrarem tanto ja consta de livros testo "básicos" da década de 1980... mas pra que reduzir os custos dos veículos????(pra que reduzir os custos das coisas em geral?????). Pra não ser totalmente desonesto, as montadoras de chassis até se esforçam em reduzir peso, mas pq as transportadoras de carga querem menor tara. Quanto as encarroçadoras? não vejo muito esforço, apenas "papagaiada".

SINFERP disse...

Gratos pela contribuição, Thiago.