domingo, 27 de setembro de 2015

Sindicato recusa erro de maquinista em descarrilamento no metro de Lisboa

O Sindicato dos Trabalhadores da Tração do Metropolitano (STTM) de Lisboa recusou hoje que um descarrilamento na linha Verde, entre as estações de Telheiras e do Campo Grande, tenha sido provocado pelo desrespeito de sinalização.
"Não se pode afirmar que a situação hoje ocorrida se deva ao desrespeito por parte do maquinista da sinalização, visto que temos conhecimento que a mesma foi alterada na altura do arranque do comboio", afirmou a direção do STTM, em comunicado, a que a Lusa teve acesso.

A circulação na linha Verde do Metropolitano de Lisboa esteve interrompida desde as 10h20, entre as estações de Telheiras e do Campo Grande, devido ao descarrilamento de um comboio sem passageiros que realizava manobras.

Segundo a Transportes de Lisboa (TdL), que gere o metropolitano, o acidente não causou danos pessoais, teve "o mínimo de danos materiais" e "deveu-se ao eventual desrespeito da sinalização luminosa, tendo o comboio apanhado uma agulha fechada e, assim, descarrilado".

"Sendo necessário desativar o terceiro carril, para proceder ao devido carrilamento do carro, o trecho Telheiras-Campo Grande estará temporariamente fechado à circulação", informa a TdL, prevendo que o serviço "seja retomado pelas 17:00".

Lusa/SOL – 08/09/2015

2 comentários:

Paulo Lima disse...

É o que o Metrô-SP, CPTM, SuperVia e as vezes a CBTU. Fazem, qualquer probleminha no trem, sempre é o maquinista que leva a pior, não grandes diretores lá dentro (geralmente sempre por indicação política, não concursado de carreira) que sempre estão lá quietinhos blindados pelo governo. Os diretores e até equipe do governo, deveria ser culpados também pelos problemas dos sistemas de transporte, não gente inferior.

SINFERP disse...

Ah, a raia graúda nunca é responsabilizada por nada. Nem mesmo por carteis, etc.