quinta-feira, 25 de junho de 2015

E o SINFERP participou de mais uma reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Malha Ferroviária Paulista

Melhor do que a maioria das anteriores, a reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Malha Ferroviária Paulista, ocorrida no dia 25 último na Assembleia Legislativa de São Paulo, embora pouco concorrida, como de costume, foi atraente.

Isso se deveu, segundo nosso entendimento, a dois fatores concomitantes: 1) o pequeno número de deputados presente; 2) o número desta vez maior de pessoas ligadas ao setor metroferroviário.

Continua sendo entrave o grande número de vereadores e prefeitos do interior, quase sempre da base do deputado que coordena a Frente, e que tende a regionalizar a questão ferroviária em nosso estado. Não raro tende a municipalizar. 

Todos os palestrantes discursaram sobre o que é evidente: a redução da malha, a falta de controle sobre os contratos de concessão, a perda das oportunidades, etc.

De posse da palavra o SINFERP reafirmou sua proposta: 1) a necessidade de um mapa OFICIAL contendo TODAS as linhas ativas e inativas (operacionais e não operacionais) da Malha Ferroviária Paulista (sob a responsabilidade do governo federal), bem como da correlata que está sob a responsabilidade do governo estadual (CPTM, Metrô, EFCJ e VLT de Santos).

Motivo? Saber o que está sob a responsabilidade de quem (governo federal, concessionárias e governo estadual) de maneira a saber sobre quem atuar.  Isso é necessário para por um fim ao empurra-empurra que impera no meio ferroviário quando do apontamento de responsabilidades. Além disso, para saber o que o governo federal e concessionários estão dispostos a “largar”, e o governo do Estado de São Paulo disposto a trazer para a sua responsabilidade.


Sem tais definições, e entende o SINFERP que todos continuarão escorregando sobre críticas e sobre projetos que esbarram em dúvidas elementares: afinal, a faixa de domínio sobre a qual se pretende construir uma ferrovia é da responsabilidade de quem?  Nesse cenário, como falar de trem para Sorocaba, São José dos Campos, Campinas e Baixada Santista, por exemplo? 

4 comentários:

Carlison cesario da silva disse...

o SINFERP, através do seu corpo diretivo vai continuar a fornecer todo o material que dispõe sobre o transporte de passageiros sobre trilhos, para que SÃO PAULO, capital e estado se tornem locais mais transitáveis e com uma melhor qualidade de vida para os paulistanos que tanto necessitam.

SINFERP disse...

Isso ai, Carlison.

Monaco disse...

Que saudades dos trens de longo percurso, hem?
o governo sabe que trem e metrô é a solução para mobilidade urbana, porém lobistas com interesses próprio, dificultarao ao máximo para que isso aconteça. ..
mas vamos trabalhar em prol da restauração e construção de novas vias férreas, um abraço amigo!

SINFERP disse...

Estamos juntos Monaco. Abraço.