terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Maquinista pulou de trem antes do choque, diz presidente da SuperVia

Foto Cléber Junior
Ao CBN Rio, Carlos José Cunha disse ainda que o sistema de sinalização que poderia ter evitado o acidente não foi totalmente implementado. Colisão na Baixada Fluminense nesta segunda-feira deixou 230 feridos.

Em entrevista ao CBN Rio, o presidente da SuperVia, concessionária que administra os trens do Rio, Carlos José Cunha, confirmou que o maquinista da composição que bateu em outro trem parado na Baixada Fluminense conseguiu pular antes do choque. Na colisão, na noite desta segunda-feira, 230 pessoas ficaram feridas. Somente no hospital de Nova Iguaçu, mais de 80 continuam internadas e 47 tiveram alta. Passageiros relataram que prestaram os primeiros socorros aos feridos e que não receberam informações de que havia um problema na composição.​

O presidente da concessionária disse ainda que o sistema de sinalização que poderia ter evitado o acidente não foi totalmente implementado no serviço. A SuperVia havia prometido que o ATP,  equipamento que regula a velocidade e força a parada imediata dos trens, entraria em funcionamento em todos os ramais até o fim de 2013.  Segundo Carlos José Cunha, apenas o ramal de Deodoro está com o sistema em funcionamento. Ele afirmou que nos ramais de Japeri e Santa Cruz, o ATP ainda está em fase de testes e reconheceu que o cronograma previsto pela empresa atrasou.  O presidente da SuperVia atribui a demora à dificuldade  de modificar o sistema com os trens em operação, ou seja, fazer intervenções nos pneus com o trem andando, à falta de treinamento de maquinistas e ao atraso na entrega dos trens chineses comprados pelo Governo do Estado.

- Nós estamos operando com trens que já deveriam estar fora de circulação. Como as composições atrasaram um pouco, as antigas não têm o sistema que deveria ter na cabine para receber as informações do sinal. Esta conjunção de fatores nos fez retardar o início do processo. 

De acordo com Carlos José Cunha, a instalação só deve ser concluída daqui a um ano. O presidente da SuperVia classificou o acidente como um 'evento fora da curva'  e garantiu que a empresa tem condições de avaliar as informações da cabine e do centro de controle para  identificar a causa da colisão. 

Em entrevista ao CBN Rio, o presidente da SuperVia, concessionária que administra os trens do Rio, Carlos José Cunha, confirmou que o maquinista da composição que bateu em outro trem parado na Baixada Fluminense conseguiu pular antes do choque. Na colisão, na noite desta segunda-feira, 230 pessoas ficaram feridas. Somente no hospital de Nova Iguaçu, mais de 80 continuam internadas e 47 tiveram alta. Passageiros relataram que prestaram os primeiros socorros aos feridos e que não receberam informações de que havia um problema na composição.​

O presidente da concessionária disse ainda que o sistema de sinalização que poderia ter evitado o acidente não foi totalmente implementado no serviço. A SuperVia havia prometido que o ATP,  equipamento que regula a velocidade e força a parada imediata dos trens, entraria em funcionamento em todos os ramais até o fim de 2013.  Segundo Carlos José Cunha, apenas o ramal de Deodoro está com o sistema em funcionamento. Ele afirmou que nos ramais de Japeri e Santa Cruz, o ATP ainda está em fase de testes e reconheceu que o cronograma previsto pela empresa atrasou.  O presidente da SuperVia atribui a demora à dificuldade  de modificar o sistema com os trens em operação, ou seja, fazer intervenções nos pneus com o trem andando, à falta de treinamento de maquinistas e ao atraso na entrega dos trens chineses comprados pelo Governo do Estado.

- Nós estamos operando com trens que já deveriam estar fora de circulação. Como as composições atrasaram um pouco, as antigas não têm o sistema que deveria ter na cabine para receber as informações do sinal. Esta conjunção de fatores nos fez retardar o início do processo. 

De acordo com Carlos José Cunha, a instalação só deve ser concluída daqui a um ano. O presidente da SuperVia classificou o acidente como um 'evento fora da curva'  e garantiu que a empresa tem condições de avaliar as informações da cabine e do centro de controle para  identificar a causa da colisão. 


CBN – 06/01/2015

Comentário do SINFERP


Como confiar nas afirmações de um jornalista que diz um trem da SuperVia rodar sobre PNEUS.... O Presidente da SuperVia reconhece que sistemas de sinalização não foram implantados naquele trecho, mas para o jornalista interessa, no título, ter dito que o maquinista pulou do tem antes do choque. 

Um comentário:

Anônimo disse...

será que esse tipo de privatisaçao vai chegar em sao paulo? se chegar, ta todo mundo na roça