segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Passageiros testam trem que levita e atinge 500 km/h no Japão

Novos trens, que usam levitação magnética, são mais rápidos do que os famosos trens-bala.

Cem passageiros participaram no Japão de testes com trens de alta-velocidade 'maglev' - que usam levitação magnética e 'flutuam' sobre os trilhos.  Os novos modelos chegam a até 500 km/h e são ainda mais rápidos que os famosos trens-bala japoneses, que viajam a uma velocidade de 320 km/h.

São mais velozes também que a linha de maglev que opera entre o aeroporto de Xangai, na China, e o centro da cidade, que atinge 430 km/h.

O teste foi realizado no trecho de 43 km entre as cidades de Uenohara e Fuefuki, no centro do Japão. Serão oito dias de testes, que terão a participação de 2,4 mil pessoas. Mais de 240 mil haviam se cadastrado para os testes.


G1 – 17/11/2014

2 comentários:

Leoni disse...

As perspectivas são promissoras desta tecnologia, porem a realidade brasileira está muito aquem de possuí-la, pois a incapacidade gerencial dos governantes é tal que nenhuma das grandes obras federais do PAC não estão concluídas até hoje, e todo grande gestor sabe que obras incompletas geram grande prejuizo e sobrepreço.

1ª Categoria de velocidade de até 250 km/h é considerada trem regional, *TAV é classificado com velocidade acima de 250 km/h baseado neste fato, podemos concluir que não existe TAV nas Américas, e muitos que aparecem como exemplos de TAV como Acela (Amtrak), Alfa Pendular, Talgo, e principalmente a maioria dos de dois andares que são os mais indicados (double decker), são na realidade trens regionais.

2ª Já faz algum tempo que se encontra em desenvolvimento no pelo mundo para o TAV, inclusive no Brasil, (Maglev Cobra) o TAV, (acima de 250 km/h), porém todos eles utilizando “Obrigatoriamente o sistema de levitação magnética”, portanto corremos o risco de estarmos implantando com um alto custo utilizando uma tecnologia obsoleta e ultrapassada, se for mantida a proposta atual com rodeiros e trilhos em bitola (1,435 m) e largura da carruagem (~2,8 m) divergentes das existentes no Brasil de 1,60 m e 3,15 m respectivamente para um provavel futuro TAV.

SINFERP disse...

Concordamos com você, Leoni. Historicamente, o Brasil é consumidor de tecnologia obsoleta, mas a preço de tecnologia de ponta. Mesmo assim, sempre na condição de consumidor, infelizmente.