terça-feira, 5 de agosto de 2014

Secretário de Transportes Metropolitanos debate unificação da administração de obras do Metrô, trem e ônibus metropolitanos

Processo burocrático seria simplificado e sociedade beneficiada, segundo Jurandir Fernandes.
O secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Jurandir Fernandes, afirmou nesta terça-feira (5), durante o Fórum Estadão sobre infraestrutura, que existe dentro do governo paulista uma discussão para unir em as áreas de obras do Metrô, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e (CPTM) e da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).
— Isso criaria uma sinergia muito grande, os contratos seriam agilizados, as licitações poderiam ser feitas em pacote, as licenças ambientais poderiam ser pensadas em grupo.

Segundo o secretário, essa união concentraria as áreas de projeto, licitação e contratação, enquanto Metrô, CPTM e EMTU continuariam como operadoras dos serviços.
Fernandes explicou, porém, que essa ainda é uma ideia embrionária e que sua execução não é tão simples, já que a legislação não permite muita flexibilidade.
— Promover uma junção como essa não é brincadeira. São diversos tipos de organizações, como instituição, fundação, empresa, e a legislação é tacanha, esclerosada.
R7 – 05/08/2014

Comentário do SINFERP


Sinergia grande para quem? Para os contratos?

6 comentários:

Anônimo disse...

SINFERP, parece que ele pretende unificar a roubalheira.

Anônimo disse...

Empresas diferentes , problemas diferentes , realidades diferentes

Anônimo disse...

Concentraria, mas também promove extinção de cargos públicos e outros problemas.....

Paulo Lima disse...

Ixiii.... um lado bom pelo reduzi o "Cabinão de empregos" para Apadrinhados de Partidos e "queridinhos da política". Um lado ruim, é que pode burocratizar e comprometer projetos que já estavam em encaminhamento na EMTU e CPTM, por exemplo: VLTs, BRTs, Corredores de ônibus, Metrô e Trens Metropolitanos. Acredito que quando os Projetos é de responsabilidade á uma certa Secretaria, as coisas andam até mais rápido e dedicado. Agora quando vários Projetos ficam na mão de só um Orgão, as coisas já complicam mais e demoram a sair do papel, por exemplo quando um mesmo Orgão tem em estudos um Projeto de um Corredor de ônibus e Metrô.
Na parta de Política, vai ser bom! Agora na parte Técnica, não vai ser bom, e pode comprometer projetos de transporte.

Anônimo disse...

CONVERSA PRA BOI DORMIR, A STM JÁ EXISTE PARA ESSE PROPÓSITO.

SINFERP disse...

O lado perverso da proposta é que a decisão do que fazer, como fazer e com quem fazer continuará ainda mais centralizada, e os contribuintes permanecem de fora de todo o processo.