quarta-feira, 18 de junho de 2014

Prefeitura de Campo Grande (MS) organiza festa do centenário da ferrovia

A Comissão organizadora do evento os 100 anos da estrada de ferro Noroeste do Brasil (NOB) e 100 anos da imigração japonesa em Campo Grande se reuniu novamente com o prefeito Gilmar Olarte (PP) para dar andamento ao projeto que irá movimentar a cidade no período de 7 a 17 de agosto. O Município garantiu apoio aos eventos, por meio de suas secretarias tais como a Sedesc, Fundac, dentre outras.
O encontro, realizado ontem, serviu para que os representantes das entidades envolvidas e a Prefeitura definissem desde a estrutura disponível para os dez dias de evento e também a programação. O prefeito determinou de imediato que as decisões sejam encaminhadas para as respectivas secretarias e autarquias, a fim de acelerar o processo para a organização da Festa do Centenário da Ferrovia e da Imigração Japonesa, que será aberta no dia 7 de agosto, com a 9ª edição do Festival do Sobá, na Feira Central. O evento irá integrar um pouco da história, cultura e negócios da Capital.
Uma comitiva de Okinawa virá para Campo Grande participar do evento e 17 prefeitos do Japão serão recebidos pelo prefeito Gilmar Olarte. A festividade do centenário da ferrovia e da imigração japonesa em Campo Grande contará com a participação das seguintes entidades: Afecetur, Iphan, Fundtur, FCMS, Associação Okinawa, Associação Nipo Brasileira, Associação Campo-grandense de Beisebol, Associação Luso Brasileira, Associação Sírio Libanesa, Associação de ex-ferroviários, entre outras.
A programação prevê apresentação de shows culturais, exposições (kimono, ikebana, bonsai, origami e cultura popular japonesa), espaço multicultural, amostras, Exposição “100 anos da estrada de Ferro Noroeste do Brasil”, Cerimônia do Chá, Espaço Cozinha Show, dentre outros.
Ferrovia
A ferrovia colocou Campo Grande no mapa nacional. O contrato assinado na época permitiu à Noroeste do Brasil estruturar a área urbana, planejando o centro urbano e casas comerciais, além das sedes de órgãos públicos. A ferrovia provocou o afluxo de imigrantes e migrantes, o que permitiu o intercâmbio e a renovação de idéias. A ferrovia favoreceu a transferência do eixo econômico de Cuiabá e Corumbá para Campo Grande e São Paulo. A ferrovia é um símbolo de desenvolvimento que estimula e fomenta novas idéias para os próximos 100 anos. 

Correio do Estado – 17/06/2014

2 comentários:

Paulo Lima disse...

Tenho muita vontade de conhecer esse Trem Turístico do Pantanal. Para quem não se lembre, há uns 30 anos atrás, nesse leito passava um trem de passageiro Internacional, que ligava São Paulo(não sei se partia de Barra Funda ou Estação da Luz?), parava aqui por Campinas(SP). E seguia longa viagem que durava até dias, até a Bolívia(não sei até que Cidade da Bolívia?). E tinha apelido de "trem da morte" segundo que foi falado pra mim.
Sobre Campo Grande, estou também na torcia que a Cidade ganha ao menos uma Linha curta de 7 km, de um VLT. Existe essa proposta para Cidade, de um VLT. Apesar que tem projetos de vários Corredores de ônibus, que ao menos tenha uma linda de VLT, nem que seja curta em KM.

Abraços a todos!

SINFERP disse...

Salvo engano, Paulo (pois estamos apenas na memória), ia até Roboré, na Bolívia, e depois o "incauto" seguia por ferrovia boliviana até Santa Cruz de la Sierra. De lá para Cochabamba, e dali de ônibus até La Paz.