sábado, 3 de maio de 2014

Descarrilamento de metrô em Nova York deixa 19 feridos

foto Julie Jacobson
Havia cerca de mil passageiros a bordo; pelo menos 19 ficaram feridos. Acidente foi no Queens, em composição que se dirigia para Manhattan.

Uma composição do metrô com cerca de mil passageiros a bordo descarrilou nesta sexta-feira  (2) em Nova York, deixando 19 feridos, quatro deles com maior gravidade, informou o Corpo de Bombeiros da cidade.

O acidente aconteceu com uma composição da linha F que se dirigia para Manhattan na altura da rua 65 com a Broadway, no Queens, indicou à AFP uma porta-voz da Autoridade Metropolitana de Transportes da cidade (MTA, na sigla em inglês).

"Temos um total de 19 feridos, 15 com ferimentos menores e quatro potencialmente graves", disse depois à AFP um porta-voz dos bombeiros. A retirada dos cerca de mil passageiros do local do acidente levou por volta de uma hora.

Seis dos oito vagões da composição descarrilaram e ficaram danificados, segundo o presidente da MTA, Thomas Prendergast, citado na conta do órgão no Twitter. Ainda não se sabe o que causou o acidente.

"Foi uma experiência horrível. Pensei: 'Acabou, não vamos sobreviver'", disse Tayyib Siddiqui, de 31 anos, que estava no primeiro vagão, citado pelo jornal "New York Post".


G1 – 02/05/2014

4 comentários:

alex sandro disse...

cptm e supervia se espalhando pelo mundo muito mais rápido do que imaginamos....

SINFERP disse...

rsrsrsrsrsrs

Paulo Lima disse...

Imagino que acidentes de Metrôs fora do Pais, sempre teve. O que está acontecendo e mais divulgação desses casos aqui no Brasil.
Tenho a preocupação que além do péssimo serviço e panes frequentes da CPTM e SuperVia, pode ocorrer a qualquer momento um grave acidente que pode até chocar o Pais. Espero que nao ocorra, mais quando lembro de um Acidente na Argentina onde os Trens se chocaram e matando muita gente, temo pela CPTM e SuperVi se não tomarem cuidados.

SINFERP disse...

A diferença, Paulo Lima, é que muitos dos demais países, quem investiga acidentes não são as próprias operadoras.