sábado, 1 de março de 2014

Funcionários param obra do monotrilho em quarto dia de greve em SP

foto Apu Gomes
No quarto dia de paralisação, os cerca de 800 funcionários da construção civil pedem vale-alimentação em protesto na capital paulista. 

Cerca de 800 funcionários da construção civil, que trabalham nas obras do monotrilho da linha 15-Prata do Metrô de São Paulo, seguem há quatro dias em greve, reivindicando o pagamento do vale-alimentação que, segundo eles, não recebem desde o início da contratação.  

Os trabalhadores atuam na construção do pátio Oratório e garantem que funcionários de outros canteiros recebem em média R$ 500 das empresas do mesmo consórcio responsável pela obra, formado pelas empreiteiras OAS e Queiroz Galvão. O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino Prazeres, que esteve no local e conversou com os grevistas, afirma que há contratados há mais de dois anos. Eles dizem nunca ter recebido este benefício. Os trabalhadores exigem pagamento do vale e o valor retroativo pelo tempo de trabalho".

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, já havia prometido a inauguração do sistema para 2010, mas atrasou. Em 2013, ele garantiu a entrega do pátio do monotrilho para o mês de janeiro, mas novamente foi adiada. 

Boa Informação – 28/02/2014

3 comentários:

Anônimo disse...

devem ser tudo de empreiteiras tercerizadas. esse pessoal explora os trabalhadores. por isso que o trabalho terceirizado deveria ser diminuído ao maximo.

SINFERP disse...

Ah, quase sempre terceirizados. A empresa terceirizada fica com o filé (e que não raro pode prestar-se para caixa dois) e os trabalhadores com o osso.

SINFERP disse...
Este comentário foi removido pelo autor.