quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Atingida por trem da CPTM após discutir com estagiário está em coma, diz delegado

Polícia Civil afirma  que mulher está em coma na Santa Casa. Funcionário questionou mulher que tentava usar fila preferencial.

A vigilante Nivanilde da Silva Souza, 39 anos, segue internada em coma na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo nesta quarta-feira (26). Ela ficou ferida após discutir com um estagiário da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e dois seguranças na plataforma da estação Luz.

Nivanilde tentava embarcar em uma fila preferencial no começo da noite de terça-feira (25). Ela foi atingida pelo trem após reagir a uma ordem de prisão. Os seguranças decidiram prender Nivanilde após ela ter se recusado a comprovar para o estagiário que estava grávida.

A CPTM diz que socorreu a vítima e apura o ocorrido. Segundo relatos, Nivalnilde da Silva Souza pegou a fila preferencial para o embarque de idosos e gestantes. Um estagiário, adolescente, que cuida do embarque, teria questionado se ela estava mesmo grávida e pediu provas.

Testemunhas dizem que o funcionário teria tentando passar uma rasteira na mulher. O adolescente negou ter puxado a vitima ou puxado rasteira. Ele foi autuado por lesão corporal grave e abuso de autoridade. Como foi um ato infracional, ele vai responder o inquérito em liberdade.

De acordo com a Santa Casa, Nivanilde deu entrada no Pronto-Socorro às 19h13 em estado muito grave e não teve alterações em seu estado de saúde.

G1 – 26/02/2014

Comentários do SINFERP


Estagiário? Nossa... A CPTM realmente é uma empresa “sem noção”. 

2 comentários:

Anônimo disse...

Onde já se viu deixar um estagiário que tem somente 17 anos exercer uma responsabilidade tão grande no atendimento de pessoas ( público 0 nas plataformas. Não tem maturidade para exercer o cargo . Veja link http://diariodacptm.blogspot.com.br/2014/02/policia-investiga-segurancas-da-cptm.html

SINFERP disse...

Pois é. De qualquer forma, a responsabilidade objetiva é da CPTM. Sempre é, e por qualquer coisa que aconteça com pessoas nas plataformas e nos trens. Responde inclusive por ter alocado o estagiário em atividade de risco.