sexta-feira, 25 de outubro de 2013

SuperVia quer reduzir intervalos entre trens para 3 minutos no ramal Deodoro (RJ)

Hoje, passageiros esperam, em média, seis minutos para embarcar, diz concessionária. 
Um novo sistema de sinalização pode reduzir os intervalos de viagens de trens de seis para três minutos no ramal Deodoro-Central. A SuperVia, responsável pelo serviço de transporte, já começou a realizar testes para que, até maio de 2014, possa haver a redução do tempo de viagem. 
O sistema de sinalização permite comunicação mais rápida entre o trem e os trilhos, enviando mensagens automáticas ao centro de operações. Desta forma, vai permitir mais carros em circulação já que cada composição vai poder atingir 100 km/h, 20% a mais da velocidade de hoje. 
Segundo a concessionária, a troca dos dormentes de madeira por de concreto contribuirá para o aumento da velocidade. Os novos dormentes, que vem sendo substituídos há cinco anos, devem entrar em funcionamento em janeiro do próximo ano. 

R7 – Larissa Kurka -27/10/2013

Comentário do SINFERP


Ah, a SuperVia “quer” reduzir o intervalo entre trens para 3 minutos. A CPTM também “quer”. Até a FEPASA “queria” quando administrava as linhas hoje denominadas de 8 e 9 da CPTM. O que fazem com o povo do “subúrbio” não é brincadeira. Entra década, sai década, e tudo caminha de promessa em promessa. A tal SuperVia é um escândalo, assim como a Agetransp, agência "reguladora" dos transportes privatizados do Rio de Janeiro. E há quem diga que, comparada à SuperVia a CPTM é um primor, e que o SINFERP reclama de barriga cheia. O SINFERP busca o melhor possível, e não o melhor comparado. Afinal, se compararmos com alguns outros países, até a SuperVia torna-se coisa de "primeiro mundo". 

2 comentários:

Anônimo disse...

headway de 3 minutos, trens de suburbio (da supervia ainda!) a 100 km/h, comunicaçao entre trem e trilho enviando mensagens automaticas pro CCO (será que o trilho vai mandar um SMS ou vai utilizar whatsapp?), dormente entrando em funcionamento ....

SINFERP disse...

Bem, Anônimo, eis uma prova de que de propaganda também se vive. rsrsr