quarta-feira, 23 de abril de 2014

Caçamba se choca com VLT de Maceió (AL) e provoca pânico

Técnicos da companhia se deslocam para o local para avaliar a situação. 

Um acidente envolvendo o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e uma caçamba deixou várias pessoas com escoriações leves no final da manhã desta quarta-feira, dia 23, na região do ABC, na periferia de Maceió. 

As causas do acidente ainda não foram determinadas, mas a desatenção do condutor da caçamba – que não teve a identidade divulgada – pode ter contribuído para a colisão. 

De acordo com informações fornecidas por passageiros, algumas pessoas tiveram ferimentos leves, uma vez que com o impacto, os passageiros sofreram deslocamentos abruptos. Há relatos, ainda, de algumas pessoas desmaiadas, mas não há registro de feridos com gravidade. 

Acidentes entre veículos de passeio, e tração, e o VLT já foi alvo de campanha da Companhia Brasileira de Trens Urbanos, que lançou a campanha “você pode parar, o trem nem sempre”. O CBTU pedia a atenção aos sinais sonoros e luminoso principalmente nas passagens de nível da linha. 

Devido à colisão desta quarta, o transporte de passageiros está temporariamente suspenso na região do ABC. Técnicos da companhia se deslocam para o local para avaliar a situação.


Alagoas 24 horas – Claudia Galvão – 23/04/2014

terça-feira, 22 de abril de 2014

Falhas prejudicam a circulação das linhas de trem e do metrô, no começo da manhã desta terça-feira em São Paulo

Uma falha técnica afeta a circulação na linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) desde por volta das 4h30 desta terça-feira (22), segundo informações da assessoria de imprensa da empresa. O problema aconteceu perto da estação Ribeirão Pires, sentido Brás, e lotou as plataformas. 
Os trens circularam com velocidade reduzida e maior intervalo entre as composições entre as estações Brás e Rio Grande da Serra. Ainda segundo a empresa, o defeito foi resolvido por volta das 6h e, uma hora mais tarde, a operação foi normalizada. Na linha 8-Diamante, uma pessoa se jogou na via e a circulação ficou alterada por cerca de 1 hora, mas já foi normalizada.
A linha 1-Azul apresentou problemas na sinalização da porta de um dos carros de uma composição na estação São Bento, que seguia para o Jabaquara. O vagão foi esvaziado e o trem seguiu viagem até o seu destino. A falha ocorreu por volta das 7h43 e durou até as 7h52, porém, ainda provoca reflexos em toda linha que segue com velocidade reduzida. A linha 3-Vermelha também registrou, nesta manhã, maior tempo de parada devido.
As linhas de ônibus municipais circulam normalmente nesta manhã, segundo as empresas responsáveis pelo serviço. 

R7 – 22/04/2014

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Sistema Aeromovel de Porto Alegre passa a operar

O segundo veículo do sistema Aeromovel de Porto Alegre passou a operar experimentalmente entre a Estação Aeroporto do metrô da cidade e o Terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho, na última segunda-feira (14/04). O A200 tem capacidade para 300 passageiros, o dobro do A100, que já circulava também em caráter experimental desde a abertura ao público da conexão metrô-aeroporto, em agosto de 2013.

Segundo o engenheiro da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) e coordenador do projeto de implantação da linha, Sidemar Francisco da Silva, esse momento é importante para avaliar o comportamento do sistema, especialmente as fontes de energia, o veículo e a via. Testes e ajustes serão feitos até que o veículo apresente condições estáveis para atuar em tempo integral.

A conexão metrô-aeroporto via tecnologia Aeromovel percorre um trajeto de 814 metros em dois minutos. A linha funciona ainda em caráter experimental, das 6h30 às 16h, apenas em dias úteis. O meio de transporte 100% nacional apresenta baixo custo de implantação e operação, reduzido impacto ambiental e é a primeira linha comercial da tecnologia no Brasil. O usuário paga o bilhete do metrô e o ingresso na linha do aeromovel não é cobrado.


Mercado e Eventos – 21/04/2014

sábado, 19 de abril de 2014

FCA vai devolver à União ferrovias em pior estado

Empresa indenizará governo em R$ 870 milhões, que serão aplicados nela mesma. Nos próximos meses, cerca de 4.200 km de ferrovias podem ser desativados no Brasil. Os trechos fazem parte da malha que hoje é administrada pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), que tem a Vale em sua composição acionária. A empresa pretende devolvê-los ao governo até o meio do ano, alegando que são “antieconômicos” ou que coincidirão com outros trechos que estão em projeto. Cerca de 1.000 km já estão desativados e os outros devem parar de funcionar, caso não haja novos interessados. A FCA vai devolver a malha à União em condições bem piores do que recebeu.

O tema foi debatido em audiência pública realizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ontem, em Belo Horizonte. Por não ter conservado a malha, a empresa pagará uma indenização de cerca de R$ 870 milhões (R$ 760 milhões acrescidos de 15 % a título de vantajosidade para o setor público). O valor é o estimado para recuperar os trechos. O dinheiro, porém, não será aplicado pelo Ministério dos Transportes nas ferrovias devolvidas e, sim, na parte que continuará sendo administrada pela FCA.

“No contrato de concessão, a empresa se compromete a não desativar um quilômetro de trilhos sequer. E desativou muitos, logo depois da concessão. Em vez de ser punida, ela vai ser premiada pelo governo. Não é um negócio da China, é um negócio que só acontece no Brasil”, critica Antônio Augusto Moreira de Faria, professor da UFMG.

O representante da ANTT, Fernando Formiga, explicou que as obras que serão realizadas na malha da FCA não são de responsabilidade da empresa. “São pontos conflitantes entre a cidade e a ferrovia. Não seriam, de forma nenhuma, obrigação da concessionária”, diz ele, citando como exemplo a eliminação de passagens de nível.

Por meio de nota, a empresa disse que entrou em acordo com o governo “que seria mais vantajoso para a sociedade a substituição do valor dos investimentos que seriam gastos na recuperação destes trechos por novos investimentos em obras, que não constam originalmente nas obrigações da concessionária, em regiões mais relevantes para o planejamento logístico nacional”. A empresa ressalta que as obras foram definidas pelo Ministério dos Transportes. Elas serão executadas até o término da concessão da FCA.

Alguns trechos devolvidos pela FCA são contemplados pelo Programa de Investimento em Logística (PIL), lançado pelo governo federal em 2012 e que pretende construir 10 mil km de ferrovias no país. As obras, no entanto, não têm sequer projeto executivo pronto.
Contrato
Prazo. A FCA recebeu a concessão das ferrovias em 1996. Ela poderia administrar os trechos por 30 anos (até 2026), prorrogáveis por mais 30 anos, mas desistiu de parte deles 12 anos antes.


O Tempo – Ana Paula Predrosa - 19/04/2014

Área do antigo VLT acumula lixo e criadouros de dengue em Campinas (SP)

Falta manutenção da Prefeitura e descaso da população geram o problema. Cidade passa por epidemia de dengue e confirma 14 mil casos da doença.

A falta de limpeza e fiscalização do poder público, além do descaso da população, deixam a área do antigo Veículo Leve sobre Trilhos (VTL) no Jardim Campos Elíseos, em  Campinas (SP), com acúmulo de lixo e pneus, a maior parte deles com água parada, potencial criadouro para o mosquito transmissor da dengue. A cidade passa pela maior epidemia da história e já confirmou 14 mil casos da doença.

"Há campanhas, o pessoal do postinho de vez em quando desce nas nossas casas querendo saber, mas o pessoal não se conscientiza, infelizmente", disse o professor Tiago Fonseca, morador da região. Na avaliação dele, o problema é reflexo tanto da falta de consciência da população que joga o lixo quanto do poder público.

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Campinas informou que a limpeza na extensão das linhas do VLT já foi iniciada. Segundo  a administração municipal, os serviços de manutenção na área devem durar três semanas.

Epidemia de dengue

A Prefeitura já considera a epidemia de dengue deste ano a maior da história da cidade e trabalha com a projeção de 14.002 casos da doença em Campinas. Além disso, a administração municipal investiga mais uma morte, de uma moradora do Jardim Satélite Iris, de 27 anos. Com isso, além de um óbito comprovado, são sete suspeitos.


G1 – 18/04/2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Metrô do DF reduz velocidade de trens devido a rachadura em trilho

foto Lucas Salomão
Problema é entre Arniqueiras e Guará; sindicato vê ameaça de acidente. Empresa diz que reparo provisório está sendo feito e nega haver riscos.

A velocidade do metrô do Distrito Federal entre as estações Arniqueiras, em Águas Claras, e Guará precisou foi reduzida para 40 quilômetros por hora desde terça-feira (17) devido a uma rachadura em um dos trilhos. A velocidade normal dos trens é de 60 quilômetros por hora.

A presidente do Sindicato dos Metroviários, Tânia Vieira, afirma que a rachadura coloca em risco a vida dos usuários e que o trem deveria ir e voltar numa única via. A direção do Metrô nega.

"Os trens não deveriam estar circulando sobre essa rachadura. Na verdade, para a segurança do usuário, o trem deveria, daqui de Águas Claras até o Guará, estar indo e voltando numa única via para preservar a vida das pessoas. Mas o metrô, com a negligência gerencial dele, está colocando em risco a vida das pessoas, passando por cima dessa rachadura que a qualquer momento pode descarrilar um trem."

O diretor do Metrô José Paiva confirma que o trecho está com problemas, mas afirma que a segurança dos passageiros não é afetada. Segundo ele, um serviço provisório está sendo feito no trilho durante a noite.

“O que ocorre é que nesse trecho onde foi detectada a necessidade desse trabalho é imposta uma redução da velocidade para 40 quilômetros por hora, porque as equipes de manutenção ainda precisam concluir o serviço e ele só pode ser feito durante o período da noite”, disse.

A diretora do sindicato, no entanto, afirma que com o equipamento adequado, o serviço poderia ter sido concluído em até duas horas. “Isso é uma questão urgentíssima para ser feita na hora que acontece. Não é esperar uma noite, duas noites”, disse.

Manutenção

O serviço de manutenção do Metrô é realizado pelo Consórcio Metroman desde 2007. O contrato venceu em setembro do ano passado e a mesma empresa foi contratada em caráter emergencial em novembro. Uma nova concorrência está prevista para ser aberta em maio.

O valor do contrato emergencial foi 30% inferior ao praticado anteriormente e corresponde a R$ 7 milhões por mês. À época, a então presidente do Metrô, Ivelise Longhi, justificou o valor menor à “experiência” do consórcio e à redução do serviço ao “estritamente necessário”.

Até o início do ano passado, o consórcio era formado pelas empresas Siemens e Serveng-Civilsan. Investigada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por suspeita de formação de cartel com a Alstom para obras de manutenção do Metrô de São Paulo e do DF, a Siemens deixou o consórcio no início do ano e foi substituída pela MGE.

Greve

Nesta quarta-feira (16), após determinação do Tribunal Regional do Trabalho, o metrô aumentou para metade da frota a quantidade de trens rodando durante a greve dos metroviários, iniciada no dia 4.

Na última sexta (11), após uma audiência que terminou sem acordo entre Metrô, empregados e o GDF, a diretora do sindicato Tânia Viana disse que a paralisação iria continuar por tempo indefinido. A greve foi retomada na segunda (14). O sindicato pedia redução de carga horária de 8 para 6 horas. O Metrô não aceitou.

Na semana passada, 40 pessoas foram presas durante um protesto contra  demora e superlotação de trens do Metrô. O problema ocorreu depois que representantes do sindicato bloquearam o acesso de pilotos e invadiram a sala de controle dos veículos, no sexto dia de greve. Os passageiros deixaram a estação de Ceilândia Centro e bloquearam o trânsito da Avenida Hélio Prates.

Os manifestantes teriam se irritado com a situação, que provocou um atraso superior a uma hora, e danificado alguns trens, além de acionar o botão de emergência. Por prevenção, a direção da autarquia decidiu suspender a operação em três estações de Ceilândia, desenergizando a via

G1 – Isabella Formiga - 17/04/2014

Comentários do SINFERP


E nada a ver com a greve. Fosse na CPTM, e seria “sabotagem”.

Índia: trem de passageiros descarrila e deixa vários feridos

Um trem de passageiros descarrilou na manhã desta quarta-feira no nordeste da Índia e deixou vários feridos, de acordo com informações da agência AP. O acidente aconteceu a cerca de 140 quilômetros de Gauhati, capital do Estado de Assam.

A empresa estatal ferroviária afirmou em comunicado que a locomotiva e nove, dos 13 vagões, descarrilaram perto da estação de Jagiroad. A causa do incidente ainda não foi descoberta, e está sendo investigada. 

Dos feridos, seis foram hospitalizados. Outras 36 pessoas tiveram ferimentos leves e foram autorizados a ir para casa depois de receber atendimento médico no local. 

Terra – 16/04/2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Tribunal paralisa concorrência de nova linha do Metrô em SP

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo determinou a paralisação da concorrência de concessão da Linha 18-Bronze do Metrô. Avaliado em R$11,7 bilhões, o monotrilho liga a capital paulista a São Bernardo do Campo, no ABC. A decisão foi acatada pelo Metrô, que lamentou o posicionamento do TCE. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo despacho sobre  a concorrência, o TCE acolheu preliminarmente representação da PL Consultoria Financeira e RH. A empresa apontou "indícios de conluio estratégico na fase de definição das diretrizes fundamentais do projeto". A sessão pública para recebimento de propostas estava agendada para hoje e foi cancelada.
A PL se manifestou contra o edital e alegou a existência de apenas duas fabricantes de material rodante no mundo, a canadense Bombardier Transportation e a japonesa Hitachi. O conselheiro-relator Antonio Roque Citadini destacou em seu parecer que "a matéria, além de sua complexidade, é também, ainda que indiretamente, objeto de investigação noticiada nos autos, no âmbito do Conselho Administrativo e de Defesa Econômica (Cade) e do Ministério Público Estadual" no caso de apuração de "suposto cartel no mercado de licitações públicas relativas a projetos de metrô ou trens de sistemas auxiliares".
Citadini considerou a alegação que aponta a "existência de cláusulas que impõem outras condicionantes que inviabilizam a competição e, em consequência disso, comprometem a eficiência do sistema".
A Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos se defendeu, destacando que a escolha pelo modelo do monotrilho já foi alvo de análise do TCE, sob relatoria de Citadini. Em nota, o Metrô alegou que "é de se estranhar que o pedido de suspensão tenha sido feito por uma empresa sem qualquer relevância no setor metroviário, com alegações sem qualquer embasamento".
A empresa informou ainda que vai apresentar os esclarecimentos para que a licitação e a obra não sejam prejudicadas, o que impede "o avanço e a expansão para regiões que necessitam de transporte".

Terra – 16/04/2014

Após decisão do TRT, Metrô-DF opera com mais trens nesta quarta

foto Luiza Cristina Maciel
Determinação provisória obriga que 50% dos veículos entrem em operação. Sindicato diz cumprir decisão; Metrô afirma que 10 dos 24 trens trafegam. 

Após determinação do Tribunal Regional do Trabalho, o Metrô do Distrito Federal aumentou o efetivo na manhã desta quarta-feira (16), durante a greve da categoria. A decisão provisória é de que o sistema opere com metade da frota, mas segundo o Metrô-DF, apenas 10 dos 24 trens trafegavam nas vias por volta das 7h30.

Em caso de descumprimento, a multa é de R$ 50 mil por dia. Nesta manhã, os trens estavam trafegando em velocidade reduzida em alguns trechos e paravam entre algumas estações. Mesmo no horário de pico, a espera pelo transporte demorava até 30 minutos nesta quarta. Até esta terça, o sistema operava com 30% do efetivo.

A diretora do Sindicato dos Metroviários Tânia Viana afirmou que a determinação está sendo cumprida e o sistema opera com 12 trens nos horários de pico.

"Em um primeiro momento, nós vamos acatar a decisão. Depois nós vamos ver o que vamos fazer, pois até impedidos de entrar em qualquer lugar da empresa. Nenhum dirigente sindical pode entrar."

Segundo Tânia, o advogado do sindicato recebeu a determinação às 23h, uma hora antes de entrar em vigor. "Como eles querem que a gente se organize em uma hora?", diz a dirigente sindical.

Segundo o presidente do TRT-DF, André Damasceno, o percentual foi estabelecido devido à remota possibilidade de conciliação entre as partes antes do julgamento. “Evidentemente ainda não atende a necessidade da população. Mas ameniza os efeitos da greve até o julgamento.”

A decisão definitiva ainda não tem data marcada devido ao andamento do processo. De acordo com o tribunal, provas ainda estão sendo juntadas.

Na última sexta (11), após uma audiência que terminou sem acordo entre Metrô, empregados e GDF, a diretora do sindicato Tânia Viana disse que a paralisação iria continuar por tempo indefinido. A greve foi retomada na segunda (14).

“As principais reivindicações em relação à segurança dos empregados e dos usuários ficaram fora da pauta. Temos colegas que estão trabalhando nove horas e meia, sem refeição e em seis dias por semana, fazendo movimento repetitivo”, disse.

O sindicato pedia redução de carga horária de 8 para 6 horas. O Metrô não aceitou.

Entre as propostas da empresa estavam a reposição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 5% no ano passado, mais 1,5% sobre salários e benefícios, 110 bilhetes de quebra de caixa, implementação de previdência complementar a partir de janeiro de 2015 e correção de distorções salariais no período de 2005 a 2009.

A greve teve início à meia-noite do último dia 4. Segundo o secretário de Relações Intersindicais do Sindicato dos Metroviários do DF (SindiMetrô-DF), Dione Aguiar, a companhia interrompeu as negociações e negou quase todos os pedidos da categoria.

O Sindicato dos Metroviários reivindicava correção das distorções salariais do plano de carreira, redução da jornada de trabalho para seis horas, reajuste salarial de 10%, previdência complementar e aumento da quebra de caixa da bilheteria.

De acordo com o sindicato, o sistema conta hoje com 1.080 funcionários sendo 600 do setor operacional. Ao todo, 160 mil pessoas utilizam diariamente este tipo de transporte.

Na segunda (7), a companhia entrou com uma ação pedindo para que o TRT julgue abusiva a paralisação, afirmando que não há argumentos que justifiquem o ato, pois todos os acordos coletivos estão sendo cumpridos.

Na ação, a companhia solicitou que 100% dos empregados trabalhem nos horários de pico e 80% dos funcionários atue nos outros períodos. Desde o início da greve, 30% do quadro estão em serviço.

Na última quarta-feira (9), empresa e empregados participaram de outra audiência, também no TRT. Na ocasião, os metroviários aceitaram suspender a greve até a reunião de sexta-feira. No fim de semana, o sistema operou sem alteração no efetivo.


G1 – 16/04/2014

Ato contra Copa em SP tem detidos em metrô após ataque contra bancos

foto Marcelo Mora
Polícia cercou jovens dentro da Estação Butantã após vandalismo. Ao menos duas agências ficaram destruídas na Av. Vital Brasil..

O 5º Ato contra a Copa realizado em São Paulo terminou nesta terça-feira (15) com manifestantes detidos após duas agências bancárias serem alvo de vandalismo na Avenida Vital Brasil, na Zona Oeste de São Paulo. As detenções ocorreram dentro da Estação Butantã da Linha 4 Amarela do Metrô.

Às 22h30, a PM informou que 54 pessoas foram presas. Os jovens foram levados em dois ônibus para o 14° Distrito Policial. "Muitos foram detidos por atos de depredação", disse o major Genivaldo Antônio, que comandou a operação. Cerca de 800 policiais militares acompanharam a manifestação.

Não foram registrados confrontos entre a PM e os manifestantes. De acordo com a concessionária Linha 4 do Metrô, não foram registrados vandalismos dentro da estação.

Concentração no Masp

A concentração para o ato foi realizada no Masp, na Avenida Paulista, às 18h. Mesmo com chuva leve, cerca de mil manifestantes seguiram pela Avenida Rebouças até chegar às imediações da Avenida Vital Brasil. No caminho, não foram registrados incidentes. O grupo chegou a realizar o tradicional jogral de encerramento, destacando queixas contra a precariedade do sistema público de saúde.

Por volta das 21h30, após o começo da dispersão, dois bancos foram depredados na Avenida Vital Brasil. Manifestantes correram em direção à Estação Butantã e foram seguidos pela PM. A Tropa de Choque chegou a cercar as entradas com escudos.


G1 – Marcelo Mora e Amanda Previdelli - 15/04/2014