sexta-feira, 29 de julho de 2016

Estudos sobre Trem de Alta Velocidade são apresentados na EPL


Com o objetivo de dar continuidade ao projeto de implantação do Trem de Alta Velocidade no Brasil, representantes da China Railway Construction Corporation (CRCC) se reuniram com a diretoria da EPL para mais uma debate sobre o tema.  

Dessa vez, a proposta elaborada pelos chineses também foi apresentada para os secretários do Programa de Parcerias de Investimentos, Adalberto Vasconcelos e Marcelo Allain, bem como para representantes da Valec e do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

Para Adalberto Vasconcelos, o projeto apresentado pela empresa chinesa ainda precisa ser aprofundado para que se tenha um melhor embasamento sobre a rentabilidade e viabilidade do empreendimento.

O gerente de passageiros da EPL, Roberto David, expôs aos participantes da reunião um breve histórico do projeto e medidas tomadas pela EPL após o adiamento da licitação em 2012, como o aprimoramento da base de dados e estudos para melhoria do traçado.

Para o diretor-presidente da EPL, Eduardo de Castro, a EPL tem plenas condições de estar à frente do projeto. “A EPL já tem um trabalho de qualidade sendo desenvolvido e com certeza pode contribuir para que o projeto esteja de acordo com as necessidades e anseios do Governo Federal”, disse.

Histórico

Em reunião realizada com a diretoria da EPL no dia 7 de junho, o diretor-geral da CRCC no Brasil, Zhao Jianping, ressaltou a importância da região para o PIB do Brasil e o papel do país na economia global.

“O trecho contempla duas das cidades mais populosas da América Latina. O Trem de Alta Velocidade Rio de Janeiro – Campinas é um dos mais viáveis do mundo”, afirmou.

Na ocasião, Eduardo de Castro sugeriu um termo de cooperação técnica entre as duas empresas com a finalidade de aprimorar o desenvolvimento do projeto.  

EPL - 26/07/2016

Comentário do SINFERP

Outra vez essa empresa fantasma (EPL) e a história do trem bala?

Funcionários do metrô do Rio ameaçam fazer greve durante Olimpíadas


O SIMERJ reclamou da oferta insuficiente do empregador através de um comunicado: "5%, vergonha olímpica", indicou em grandes letras verdes e amarelas


Os funcionários do metrô do Rio de Janeiro ameaçaram entrar em greve em 4 de agosto, véspera da abertura dos Jogos Olímpicos se não receberem um aumento salarial.


"Se não houver progresso nas negociações, haverá uma greve do metrô a partir da meia-noite do dia 4 de agosto por tempo indefinido", afirmou nesta quinta-feira à AFP Eliel Vieira Santos Filho, membro do sindicato dos empregados do metrô do Rio (SIMERJ).


A organização reclamou da oferta insuficiente do empregador através de um comunicado: "5%, vergonha olímpica", indicou em grandes letras verdes e amarelas.


Os funcionários exigem um aumento mínimo de 9,83%, o equivalente ao ajuste da inflação, segundo o líder sindical.


As negociações continuam, supervisionadas pela justiça trabalhista. A assembleia geral dos funcionários permanece aberta até quarta-feira, dia 3, quando a votação pela greve será realizada se não houver nenhum acordo.


Antes da Copa do Mundo de 2014, os trabalhadores do metrô de São Paulo entraram em greve e paralisaram o serviço por cinco dias, até que chegaram a um acordo por um aumento de salário.


No Rio de Janeiro, os funcionários dos dois aeroportos também declararam greves parciais em um momento em que milhares de turistas chegavam ao Rio para assistir aos jogos da Copa do Mundo.


Diário de Pernambuco – 27/07/2016

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Trem apresenta problema e afeta circulação de ramais no RJ


Ramais de Saracuruna, Vila Inhomirim e Guapimirim são afetados. Trem parou entre Campos Elíseos e Gramacho na manhã desta quinta.

Um tem do ramal Saracuruna apresentou problemas entre as estações de Campos Elíseos e Gramacho, na manhã desta quinta-feira (28), na Baixada Fluminense. Em função disso, as composições só estão operando entre Gramacho e a Central do Brasil. O trem teve problema no pantógrafo e os passageiros foram obrigados a desembarcar e percorrer a linha até a estação.

As estações Saracuruna, Campos Elíseos e Jardim Primavera estão fechadas para embarque e desembarque. O problema afetou também os ramais de Vila Inhomirim e Guapimirim, que estão com as operações suspensas. Por volta das 6h50, técnicos faziam reparos na linha aérea.

G1 – 28/07/2016

Passageiros assaltados dentro do metrô de Recife (PE) nesta terça


Renata Riccelly estava dentro do trem e teve celular e bolsa roubados na altura da estação Monte dos Guararapes.


Eram 8h da manhã e a representante comercial Renata Riccelly, 29, nem levou a sério quando dois homens anunciaram um assalto dentro do metrô, nesta terça-feira. A abordagem aconteceu na altura da estação Monte dos Guararapes e depois de roubar celulares e bolsas dos cerca de 10 passageiros, os assaltantes desceram tranquilamente. Renata registrou um Boletim de Ocorrência, mas diz que sabe que o problema é comum e que a situação não mudará. 


“Depois do assalto eu desci na estação Porta Larga e procurei os agentes do próprio metrô. Eles me atenderam muito bem, mas disseram que aquilo ali era comum, que as câmeras de segurança não podiam ajudar porque não estavam funcionando nem o rádio para se comunicar internamente eles conseguiram usar, porque estava quebrado”, relata a representante comercial, que ficou bastante nervosa com o episódio e precisou ser medicada. 


Da estação Renata seguiu numa viatura da Polícia Militar até a Delegacia de Prazeres, onde registrou a ocorrência. “Todos foram muito atenciosos e preocupados comigo, mas percebi que eles não tinha estrutura para me ajudar realmente”, conta. 


Procurado pelo Diario, o MetrôRec confirmou o assalto relato por Renata. Segundo a assessoria de imprensa, o fato das pessoas não registrarem as ocorrências na policia dificulta as investigações e a identificação dos assaltantes. A assessoria esclareceu ainda que os trens antigos não possuem câmeras. 


Diário de Pernambuco - 26/07/2016

quarta-feira, 27 de julho de 2016

CPTM pode pagar R$ 1 bilhão em indenizações


Decisão do STF deu ganho de causa para empresário prejudicado.

Empresários e comerciantes de duas cidades da Grande São Paulo foram despejados há sete anos sem nenhuma indenização por causa de obras de expansão em estações de trem. Depois de um longo processo, o Supremo Tribunal Federal decidiu que eles têm direito a uma reparação financeira pela CPTM, que pode passar de R$ 1 bilhão. 
Uma das pessoas é o empresário Artur Palice. O drama dele começou em 2009, quando a Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM) resolveu expandir as estações de Francisco Morato e Franco da Rocha, na Grande São Paulo.
A estatal afirmava que era dona das terras em volta e que, por isso, poderia fazer as obras. Já Artur alegava que o local pertencia à empresa dele. Artur deixou de receber os aluguéis, e as obras foram feitas. “Venho enfrentando, desde então, dissabores financeiros até o dia de hoje” disse. 
Teve início, então, uma batalha judicial para definir quem realmente era o dono das terras. A CPTM diz que, no entendimento da Justiça, as áreas são de propriedade e posse da estatal, e que, portanto, não é obrigada a pagar indenização. Mas não é o que mostram as decisões das instâncias superiores do país.
A sentença do STF detalha que o imóvel pertence à empresa de Artur desde 1922, uma circunstância que, embora explícita, é insistentemente ignorada pela CPTM. O caso então chegou a Suprema Corte, onde o ministro Marco Aurélio Mello também deu ganho de causa ao empresário. 
Em 2009, os imóveis da empresa de Artur eram avaliados em R$ 500 milhões. Isso sem falar das centenas de comerciantes afetados na região. Se todos pedirem indenização para a companhia de trens, a estatal pode ter de pagar uma multa bilionária.
Band – 12/07/2016
Comentário do Sinferp
A exemplo do governo do Estado de São Paulo, a diretoria da CPTM brinca com o dinheiro público, pois os contribuintes irão pagar essa indenização.

Sexta estação olímpica de trem é inaugurada nesta quarta, no Rio


Estação de São Cristóvão foi reformada e ampliada. Secretário diz que acessibilidade foi o foco das obras.

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Está pronta a sexta e última estação olímpica de trem que irá levar o público aos locais de competição. Nesta quarta-feira (27), é inaugurada a estação de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

A reforma começou em 2014 e faz parte do pacote de intervenções para a Olimpíada. As obras deixaram a entrada da estação mais ampla, com o mezanino que passou de 600 metros quadrados para três mil metros quadrados e mais iluminado.

O secretário estadual de Transportes Rodrigo Vieira conta que outras obras de melhoramento e modernização da estação foram realizadas, com a instalação de mais três escadas rolantes, três elevadores, piso tátil e banheiros. As plataformas de embarque e desembarque foram ampliadas e ganharam cobertura, iluminação de LED e captação de água da chuva.

“A acessibilidade está sendo incluída nas estações da SuperVia desde 2011. E antes da inauguração desta última e sexta estação olímpica, outras 16 já estão acessíveis, à disposição da população. Em todas as seis estações olímpicas o foco foi a melhoria da acessibilidade e aumentar a qualidade do serviço para a população”, disse o secretário.

Fazem parte das estações que atenderão o público que irá aos jogos da Rio 2016 a estação de São Cristóvão, Deodoro, Engenho de Dentro, Vila Militar, Magalhães Bastos e Ricardo de Albuquerque.

G1 – 27/07/2016

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Alckmin perdoa dívidas de R$ 116 mi de acusada de cartel


Num contrato em que o Metrô apontou perdas de mais de R$ 300 milhões, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) fez um acordo com a multinacional francesa Alstom no qual perdoou dívidas que somam R$ 116 milhões e aceitou que o produto contratado seja entregue até 2021, com dez anos de atraso.

A medida foi adotada em janeiro este ano, período em que o Metrô passa por uma grave crise financeira.

O produto é um sistema digital que visa diminuir o intervalo entre os trens, de modo a agilizar o transporte dos passageiros, reduzir a superlotação e aumentar o número de usuários. É conhecido nos meios técnicos como CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação).

As relações da Alstom com tucanos são investigadas desde 2008, quando surgiram indícios de que a multinacional francesa teria pago propina entre 1998 e 2003 para fechar contrato com estatais de energia, no governo de Mário Covas. Oito anos depois, o processo ainda não foi julgado.

ARBITRAGEM

O acordo foi fechado em uma câmara arbitral, sistema que substitui a Justiça e é recomendado pelo Banco Mundial, por gerar decisões mais rápidas. A Procuradoria-Geral do Estado (PGE), órgão de defesa do Executivo, representou o governo Alckmin.

A arbitragem teve início em 2013 sob sigilo, como previa o contrato, mas a Folha obteve acesso ao acordo pois uma lei de 2015 passou a obrigar os governos a dar publicidade às arbitragens que envolvam recursos públicos.

O sistema da Alstom foi contratado em 2008, no governo de José Serra (PSDB), por R$ 780 milhões, para melhorar a eficiência das linhas 1-azul, 2-verde e 3-vermelha.

A entrega estava prevista para 2011, foi adiada para o ano seguinte e, após a assinatura do acordo, funciona em tempo integral só na linha 2-verde. Nas outras duas linhas, o cronograma de entrega se estende até 2021.

Em razão dos atrasos, o Metrô aplicou a partir de 2012 multas de R$ 78 milhões e ameaçava romper o contrato.

A multinacional francesa, por sua vez, alegava que o Metrô não fizera as obras físicas nas três linhas para que o sistema digital fosse implantado. Afirmava também que a companhia queria um produto muito mais sofisticado do que estava previsto no contrato.

A Alstom então solicitou que a disputa fosse resolvida por meio de arbitragem. O caso foi para a Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional em janeiro de 2013.

O Metrô defendia que os atrasos provocaram perdas de R$ 289,1 milhões para a companhia. Já a Alstom argumentava que os atrasos e a exigência de novas funções aumentara o valor do contrato em R$ 173,1 milhões.

Em agosto do ano passado, as empresas pediram a suspensão da arbitragem porque discutiam um acordo, que acabou homologado em 27 de janeiro deste ano.

No acordo, o Metrô e a Alstom desistem dos valores que reivindicavam, inclusive da multa de R$ 78 milhões.

Ao ser questionado sobre o que ocorreu com a diferença de R$ 116 milhões entre os valores que as empresas pediam, a Secretaria de Transportes Metropolitanos, à qual o Metrô é subordinado, limitou-se a afirmar que "os valores foram tratados como referência para discussão em arbitragem, algo natural nesse tipo de litígio".

Já a Alstom não quis se pronunciar sobre o acordo.

A arbitragem custou US$ 536.785 (o equivalente a R$ 2,17 milhões, quando se corrige o valor pela cotação do dia da homologação) para as duas empresas.

VALORES DIFERENTES

O caso do sistema de controle digital também foi levado pelo Metrô ao Tribunal de Contas do Estado, que atualmente analisa o contrato.

Em manifestação protocolada no tribunal em junho do ano passado, o Metrô alegou que teve perdas de R$ 315 milhões -R$ 26 milhões a mais em relação ao montante apresentado na arbitragem.

Só com a receita perdida com a "demanda de usuários reprimida e prejuízo decorrente de trens parados" a companhia afirmou ter verificado um prejuízo de R$ 307,7 milhões.

Segundo o ofício do Metrô, à época a Alstom pleiteava valores que somavam R$ 245,9 milhões -um aumento de R$ 72,8 milhões em relação ao montante discutido na corte de arbitragem.

O maior valor da conta da Alstom informada pelo Metrô ao Tribunal de Contas referia-se a novas funções para o sistema: R$ 167 milhões.

O Metrô e a Alstom não responderam por que os valores discutidos na corte de arbitragem são diferentes daqueles apresentados ao Tribunal de Contas.

Folha de São Paulo – 25/07/2016

sábado, 23 de julho de 2016

Trem do VLT carioca tem problema mecânico


Em 6 de junho, primeiro dia útil de operação do VLT, o trem enguiçou a 50 metros do aeroporto Santos Dumont
Um trem do VLT Carioca, que circula pelo centro do Rio de Janeiro, parou por volta das 8h40 deste sábado (23), quando seguia rumo ao aeroporto Santos Dumont, devido a um problema mecânico.
A interrupção aconteceu quando a composição estava entre as paradas Cinelândia e Antônio Carlos e suspendeu parcialmente o sistema até as 11h20. Os passageiros precisaram desembarcar e seguir de outra forma até seus destinos.
Nesse intervalo de 2 horas e 40 minutos, os demais trens circularam apenas entre a Cinelândia e a Parada dos Navios.
Segundo a Secretaria Municipal de Transportes do Rio, o trem deixou de funcionar devido a um dano no suporte que se conecta com o sistema de transmissão de energia.
A composição foi rebocada até o terminal Santos Dumont, de onde seria levada para o centro de manutenção. Às 11h20 a operação foi retomada do Aeroporto Santos Dumont até a Parada dos Navios.
UOL 23/07/2016
Comentário do Sinferp
Outra vez? Ainda bem que esses caras não fabricam e não operam aviões...

Recuperação dos trens do Rio (RJ) é deixada de lado na Olimpíada


Melhorias no ramal de Deodoro, onde há estações perto dos locais de competição, beneficiariam os 330 mil usuários por dia e atrairiam mais passageiros.
O questionamento do legado da Olimpíada, rebatido com vigor pelo prefeito Eduardo Paes, precisa incluir os investimentos nos trens do Grande Rio. Não só devido ao público que vai a Deodoro, Engenhão, Maracanã e Sambódromo, mas principalmente porque melhorias nos trens da Central beneficiariam os 330 mil usuários por dia do ramal de Deodoro, onde há estações próximas dos locais de competição.

É perto da metade dos 700 mil passageiros de todo o sistema, com malha de 270 quilômetros, 102 estações e presença em 12 municípios do Grande Rio, onde há nove milhões de habitantes.
A SuperVia gastou R$ 250 milhões com a modernização de seis estações para os Jogos. Enquanto isso, a extensão da Linha 1 do metrô Ipanema-Jardim Oceânico consumiu mais de R$ 8 bilhões do estado — um exemplo do quanto a expansão da cidade rumo à Zona Oeste, em vez do investimento na revitalização do Centro, é onerosa para um poder público sufocado pela crise fiscal e, portanto, sem capacidade de investimento.
A recuperação da malha ferroviária tem relação custo-benefício mais vantajosa, com um investimento bem menor do que o de instalar metrô. Além disso, o contingente de potenciais passageiros no entorno das estações supera em muito os 700 mil usuários atuais. São trabalhadores que ignoram o trem perto de casa devido à precariedade do serviço.
Se as linhas de trem do Grande Rio já tivessem sido “metrolizadas” (aumento da capacidade de tráfego com o fim da grade de horário), seguindo o bom exemplo de metrópoles de outros países, milhares de passageiros deixariam de lado ônibus e carros, fazendo fluir melhor o trânsito na metrópole castigada por engarrafamentos. E a extensão do metrô é sempre uma obra que traz transtorno, enquanto a recuperação da malha ferroviária seria incentivo para que regiões da cidade desocupadas servissem de alternativa às favelas, por já terem infraestrutura e serem atraentes pela facilidade de chegar ao trabalho.
O gasto com a extensão do metrô, assim como com a implantação dos 123 quilômetros de BRTs (sendo R$ 6,4 bilhões apenas da prefeitura, sem contar o trecho do Caju ao Centro), no entanto, não pode justificar o adiamento dos planos de revitalização da malha ferroviária. Pelo contrário, deve servir de incentivo, já que, sem a recuperação dos trens, o sistema de transporte do Grande Rio estará incompleto, porque não haverá efetivamente uma integração — conceito elementar, sem o qual não se pode sequer falar em planejamento urbano. Apenas a recuperação dos trens urbanos — que contam com sete estações conectadas ao BRT e cinco ao metrô — permitirá dizer que o legado da Olimpíada no transporte público é acessível, como deve ser, à grande maioria dos moradores do Grande Rio.
O Globo – 23/07/2016

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Às vésperas da Olimpíada, Metrô de SP ganha placas com destino à Arena Corinthians


O torcedor corinthiano que utiliza diariamente o transporte público na cidade de São Paulo já pode notar uma importante novidade: placas indicando o trajeto à Arena Corinthians, uma das sedes do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, foram instaladas nas estações de trem e metrô da capital paulista.

A ideia é que torcedores e turistas que irão assistir a algum dos dez jogos da Olimpíada em Itaquera sejam informados por placas e avisos dentro do sistema metroferroviário da Região Metropolitana de São Paulo. O guia, também em inglês, foi avistado por corinthianos na estação Fradique Coutinho, da Linha 4-Amarela (iniciativa privada).

O sucesso obtido na Copa do Mundo de 2014 fez da Arena Corinthians grande candidata a receber a Olimpíada do Rio de Janeiro, que terá início no próximo dia 5.  A confirmação do estádio como sede dos torneis de futebol masculino e feminino foi anunciada pelo Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 em abril do ano passado.

A casa do Timão abrigará dez duelos, incluindo a disputa pela medalha de bronze no feminino e uma semifinal do masculino. O primeiro embate será entre as atletas de Canadá e Austrália, dia 03 de agosto, às 15h (de Brasília). Na mesma data, às 18h, Zimbábue e Alemanha fazem o segundo jogo no estádio alvinegro.

De acordo com o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) têm a capacidade necessária de garantir o acesso do público esperado no maior evento esportivo do planeta sem dificuldades.

“A experiência que tivemos na Copa do Mundo foi muito bem-sucedida, ao transportar as pessoas para sete jogos na Copa. Agora, teremos dez jogos de futebol, entre masculino e feminino”, afirmou o secretário em entrevista coletiva na última terça-feira.

“Teremos o Expresso da Luz até Itaquera, que vai levar 19 minutos. A linha 3 (vermelha) do Metrô funcionará normalmente, com mais trens para poder oferecer o serviço ao usuário e, para quem chega do Rio de Janeiro ou de qualquer outra parte do país, teremos um ônibus especial (do aeroporto) de Guarulhos até Itaquera e também um ônibus regular do aeroporto até o metrô Tatuapé”, concluiu.

Veja as melhores opções para chegar à Arena Corinthians durante a Olimpíada

CPTM

- disponibilizará o Via Expresso da linha 11 - Coral, que seguirá da Estação da Luz até a Estação Corinthians-Itaquera sem paradas intermediárias. O serviço terá início 3 horas antes dos jogos. O trem sairá da plataforma 4. O percurso será feito em cerca de 19 minutos. Nos dias 10 e 12 de agosto (quarta e sexta-feiras, respectivamente), em que os jogos começarão às 19h, o Via Expresso funcionará das 14h às 17h.
- Também será mantido o serviço Expresso Leste na Linha 11-Coral, com trens que partem da Estação da Luz com paradas no Brás, Tatuapé e Corinthians-Itaquera.

Metrô

- pela Linha 3-Vermelha, com trens operando entre as estações Palmeiras-Barra Funda até a estação Corinthians-Itaquera, com paradas nas estações intermediárias.

Linha 4

- pela Linha 4-Amarela, operada pela concessionária ViaQuatro, é possível fazer integrações na Estação da Luz para o Via Expresso, na Linha 11-Coral da CPTM, e na Estação República para a Linha 3-Vermelha, do Metrô.

A tarifa unitária no sistema metroferroviário (CPTM e Metrô) é de R$ 3,80. Para os usuários do Bilhete Único (sistema metroferroviário+ônibus da Capital/SPTrans) a tarifa é de R$ 5,92.

Confira o calendário da Arena na Rio-2016

Futebol feminino

3 de agosto - 15h - Canadá x Austrália

18h - Zimbábue x Alemanha

6 de agosto - 15h - Canadá x Zimbábue

18h - Alemanha x Australia

12 de agosto - 19h - Quartas de final - (F1xG2)

19 de agosto - 13h - Disputa de bronze

Futebol masculino

10 de agosto - 19h - Colômbia x Nigéria

22h - África do Sul x Iraque

13 de agosto - 22h - Quartas de final - (A1xB2)

17 de agosto - 13h - Semifinal


Meu Timão - 22/07/2016