quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Trens de Moscou ganharão bibliotecas virtuais gratuitas

Em 2015 as composições de todas as 10 linhas de trem da grande Moscou serão equipadas com materiais gráficos exibindo códigos QR (tipo de código de barras que pode ser facilmente escaneado usando telefones celulares e equipamentos dotados de câmeras digitais) pelos dos quais os passageiros poderão ter acesso gratuito a livros de uma biblioteca virtual.
Segundo revelou à agência M24 o diretor do departamento de comunicações da empresa central de trens da grande Moscou, as primeiras obras disponibilizadas pelo projeto serão os clássicos das literaturas russa e mundial, gratuitos por já terem seus direitos autorais esgotados.
A preferência será igualmente dada a gêneros mais curtos, como contos e novelas, capazes de serem lidos pelos passageiros em 30 a 40 minutos. A seleção de livros disponibilizados pela biblioteca virtual dos trens moscovitas será renovada trimestralmente.

Diário da Rússia – 21/10/2014

Governo investe quase R$ 172 milhões em nova frota de trens para metrô de Belo Horizonte (MG)

O primeiro trem de um conjunto de 10 composições que integrarão a nova frota do metrô de Belo Horizonte desembarcou recentemente no Pátio de Manutenção São Gabriel, na região norte da capital mineira. São quatro carros que deixaram a fábrica, em Hortolândia e foram transportados por rodovia.
Com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) está investindo R$ 171,9 milhões na compra dos trens. No final deste mês, começa a fase de testes estáticos nas oficinas da CBTU Belo Horizonte e, em novembro, os testes dinâmicos em via. O primeiro dos novos trens começa a circular com passageiros a partir de janeiro de 2015. Todos os outros nove estarão em operação até agosto de 2015.
Cada trem, com quatro carros, tem capacidade de transportar em média 1.300 passageiros. Com a incorporação destes novos trens, a frota de Belo Horizonte passará de 25 para 35 trens. Com isso, a CBTU Belo Horizonte espera transportar cerca de 50% a mais em número de passageiros, saindo dos atuais 230 mil passageiros/dia para cerca de 340 mil passageiros/dia.
Os novos trens contam com dispositivos de regeneração de energia que reaproveitam energia produzida durante a frenagem dos trens, reduzindo os custos de manutenção e colaborando com o meio ambiente, por meio da utilização de baterias alcalinas e do emprego de lubrificantes ecologicamente corretos.
O novo trem do metrô de Belo Horizonte conta com assentos preferenciais para gestantes, idosos, passageiros com necessidades especiais, destacando-se a área reservada para cadeirantes com cinto de segurança e rampa de acesso para embarque/desembarque. As pessoas obesas passam a dispor de espaço equivalente ao de dois assentos comuns. Também haverá um intercomunicador adaptado aos cadeirantes, por carro, além dos intercomunicadores para os demais passageiros. Haverá ainda indicação luminosa amarela acionada, simultaneamente, com a campainha de portas, para alertar os deficientes auditivos.


Blog do Planalto – 21/10/2014

domingo, 19 de outubro de 2014

Gerente da CPTM envolvido em cartel de trens é afastado

Enquanto isso...
A companhia Paulista de Trens Metropolitanos afastou o gerente de Engenharia de Manutenção, Henry Munhoz, após a revelação de e-mails de 2011 obtidos pelo jornal Folha de S.Paulo que mostram que o funcionário da estatal de trens tinha relações comerciais com as empresas acusadas de fazer parte do cartel que atuou no Estado de São Paulo entre 1998 e 2008.

A publicação já havia revelado em 12 de outubro a descoberta de uma mensagem eletrônica de 2001, que apontava que Munhoz, na época assistente técnico da CPTM, havia dado informações confidenciais sobre os planos da estatal à empresa MGE (investigada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica - Cade) e garantido que iria ajudá-la a realizar os projetos que lhe interessavam. 
Os novos e-mails revelados pelo jornal foram encontrados em outra empresa acusada de fazer parte do cartel, a Temoinsa.
As primeiras mensagens foram trocadas entre Munhoz e um funcionário da empresa MPE - outra companhia investigada -, Rodrigo Lobo, em janeiro de 2011. Na mensagem do dia 7, Lobo pedia a Munhoz a apresentação de uma "proposta comercial" no valor de R$ 7,3 milhões para a prestação de serviços de substituição de peças de uma das frotas do Metrô.
Em mensagem de 13 de janeiro, Munhoz respondeu que "o orçamento para a prestação de serviços ficou em R$ 154.800, dividido em 24 parcelas mensais de R$ 6.450" e que um empecilho para a realização do negócio poderia ser resolvido com a participação da empresa Temoinsa.
Em outro e-mail, o executivo desta empresa, Wilson Daré, sugere a Rodrigo Lobo a elaboração de um contrato de prestação de serviços entre a MPE e a empresa Fator, ao que tudo indica, relacionada à Temoinsa, para que o impasse "dos faturamentos solicitados" por Munhoz fosse solucionado.
Os e-mails aos quais a Folha de S. Paulo teve acesso foram encontrados em julho de 2013 durante as investigações iniciais sobre o cartel dos trens, iniciadas em maio do mesmo ano após a multinacional Siemens revelar ao Cade participação no esquema.

Questionada pela Folha sobre os e-mails obtidos pela reportagem, a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos afirmou que uma sindicância interna foi aberta para que os fatos possam ser investigados.


Jornal do Brasil – 19/10/2014

sábado, 18 de outubro de 2014

Greve de trens na Alemanha deixa milhares sem transporte

Essa é a segunda greve do setor em 16 Estados alemães neste ano. Todas as plataformas mostram o aviso de que o trem foi cancelado.

Milhares de passageiros foram deixados sem condições de locomoção pela Alemanha neste sábado (18) após motoristas de trens iniciarem greve de 50 horas, paralisando dois terços dos trens de longa-distância em uma disputa sobre pagamento e direitos.

Os motoristas do Sindicato GDL começaram a paralisação às duas da manhã (horário local) deste sábado para trens de passageiros, com previsão de voltarem ao trabalho na manhã de segunda-feira (20), enquanto os condutores de trens de carga começaram sua greve na tarde de sexta-feira (17).

A segunda greve nacional de motoristas em uma semana ocorre no início de um feriado de uma semana de duração em quase metade dos 16 Estados federais da Alemanha.

Nesta semana, os alemães também enfrentaram greves de pilotos da companhia aérea alemã Lufthansa devido à longa disputa sobre o esquema de aposentadoria.

A operadora de trens Deutsche Bahn afirmou que cerca de um terço dos trens de longa distância estavam em funcionamento e que havia introduzido um calendário substituto para minimizar os transtornos. A companhia lamentou os atrasos para passageiros, mas culpou o sindicato.

"Essa escala de greve em tão pouco tempo é completamente irresponsável e beira o irracional", disse Ulrich Weber, chefe de pessoal da Deutsche Bahn, ao jornal Bild Daily, acrescentando que a greve custava à empresa pelo menos 1 milhão de euros por dia.

R7 - 18/10/2014

Comentário do SINFERP

Motoristas de trens é de doer... E ainda são motoristas de um sindicato de ferroviários. Ai, ai...

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Trem quebra e estações do metrô de Recife (PE) são abertas com mais de duas horas e meia de atraso

A quarta-feira começou com transtornos no metrô do Recife. Cinco das 28 estações, que diariamente são abertas às 5h, começaram a funcionar hoje às 7h35. De acordo com a assessoria de comunicação da CBTU/Metrorec, o atraso aconteceu por conta de um trem que quebrou em cima da mpaquina de chave, um aparelho que transporta a composição para fazer a mudança de via. O veículo foi rebocado para a oficina, no bairro do Curado e foi substituído. Devido ao incidente, os trens demoraram a iniciar as viagens e as filas de passageiros ficaram enormes.

Na tarde de terça-feira, a linha Centro do metrô, que segue para Camaragibe, ficou paralisado devido a uma falha na distribuição de energia. O problema começou perto das 13h30, fechando cinco estações. Para minimizar os danos aos usuários, o Grande Recife Consórcio de Transportes reforçou os ônibus e ampliou as rotas nas áreas atingidas.

De acordo com o MetroRec, a falha foi causada por uma queda na rede elétrica que alimenta os trens. A previsão é que o problema seja resolvido durante a madrugada e que o sistema volte a funcionar a partir das 5h.

Apesar da frota de ônibus ter sido reforçada, houve filas e tumulto nos Terminais Integrados (TI). A linha Camaragibe/CDU começou a rodar pelo bairro do Barro por volta das 17h, anteriormente, os veículos encerravam o percurso na Cidade Universitária.

Quando o primeiro veículo chegou ao TI Barro, houve confusão e a polícia foi acionada para conter a população. Devido à fila, usuários tentaram forçar a porta do ônibus e entrar pelas janelas. Revoltados com a falta de transporte, quebraram o veículo. Cinco viaturas da Polícia Militar deram apoio à equipe que fica de plantão no terminal.


Diário de Pernambuco – 10/10/2014

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Reclamação de usuários faz Supervia instalar bancos na Estação Maracanã (RJ)

Poucos dias depois da reportagem do  Jornal do Brasil ter denunciado a falta de bancos para os usuários na Estação Maracanã, a responsável pelo transporte ferroviário do Rio, Supervia, instalou bancos no local. Os usuários, porém, já analisaram a situação e acharam a quantidade de bancos insuficiente. Além disso, questionam por que só agora os bancos foram instalados se as reclamações acontecem desde julho. A falta de informação e comunicação clara são apontadas como os maiores problemas da concessionária, segundo usuários. 

A página do Facebook Supervia – Vergonha para o povo carioca (SVPPC) está em constante contato com a Supervia e o criador da página, Vitor Guimarães, diz que o diálogo não é fácil. Segundo ele, a Supervia não responde, nem no Twitter nem no Facebook, aos questionamentos da página, o que faz com que a equipe tenha que entrar em contato através de seus perfis pessoais e mobilizar outras pessoas para fazer perguntas e obter informações. Ele também reclama que, quando questionada sobre prazos, a empresa dá respostas vagas. Ele critica a demora em esclarecer problemas de avaria e atrasos e denuncia uma situação ainda mais preocupante: a negativa por parte da empresa de que os problemas estão acontecendo. Ele lembra que a situação se torna revoltante visto que os problemas não são pontuais, mas questões diárias que recebem pouca atenção.

"Na época em que criamos a página, o perfil oficial comentava nossos posts, mas talvez porque fomos muito chatos em debater, argumentar e mostrar provas de que as informações passadas não procediam, pararam de nos responder. Não é só com a gente. Eu vejo eles responderem outros grupos de forma esporádica. O perfil no Twitter InformeRJO, por exemplo, de quem somos parceiros, recebe respostas às vezes. Isso é muito diferente da política de outras empresas. O Metrô Rio, por exemplo, costuma responder nossos contatos e costumam interagir conosco. Isso enquanto a Supervia nos baniu do Twitter e mal se preocupa em esclarecer o que perguntamos", diz Vitor. 

Vitor criou a página no Facebook em 2012, tentando dar voz aos usuários. Hoje, ele montou uma equipe de usuários e moderadores que cuidam de um perfil no Twitter, Facebook e Whatsapp e está dividida segundo os ramais dos trens. Eles usam as redes sociais para denunciar problemas, manter os usuários atualizados sobre o que está acontecendo em cada ramal e, claro, entrar em contato com a empresa para saber mais informações e cobrar melhorias. 
Questionada sobre a situação, a Supervia informou que não responder a grupos é parte da "política da empresa" e que se os usuários conseguem se comunicar individualmente, não faria diferença. Para Vitor, porém, faz diferença. 
"Responder diretamente a gente nos torna um canal de mais fácil acesso para os usuários. Seria muito importante esse contato direto e uma forma de melhorar a própria imagem deles e aumentar um vínculo com os usuários. Se por exemplo eles tiverem uma informação mais técnica, podemos repassar isso para os usuários e dar mais credibilidade à eles mesmo, já que pode ter sido um problema que nem foi culpa da concessionária. Quanto mais clara a informação, melhor. Mas não é assim hoje. A maioria reclamação dos seguidores é a falta de informação. Atraso, superlotação existem,  mas o principal é a falta de informação clara, sincera, honesta", completa Vitor. 
"A quantidade de seguidores que a nossa pagina tem é quase a mesma quantidade de seguidores da Page da Supervia, por isso seria muito importante ter um contato transparente para podermos esclarecer dúvidas dos seguidores. Os passageiros não são informados nem pelo áudio das estações do que está acontecendo, ficam sabendo de problemas de avaria, por exemplo, pela nossa pagina ou por outros passageiros", diz Vitor. 
Os bancos finalmente vieram para a Estação Maracanã, o que os usuários acharam?

Rebeca Ferreira, que estuda na UERJ e passa diariamente no local, foi entrevistada para a última reportagem. Ela disse que reparou que logo depois da reportagem ser publicada, e disse que ficou feliz mas que achou poucos bancos. "São uns banquinhos de madeira fajutos, poderiam ser mais modernos. Achei poucos também, mas já é alguma coisa.  Será necessário a imprensa falar de cada pequeno problema para ele ser resolvido?", criticou ela referindo-se ao fato que, depois de meses de reclamações, só depois da matéria sair no JB, bancos foram instalados. 
Rebeca não gosto muito da instalação dos bancos: "Parece que tudo é feito pela metade e sem planejamento, duvido que seja o único erro dessa obra. As pessoas reclamam da cobertura que parece de plástico. É sempre tudo sujo porque eles inauguraram a estação ainda em obra". 
 Na página SVPPC, logo depois da matéria ser publicada, uma foto foi postada falando sobre os bancos. Os comentários do post demonstram o que os usuários pensam: 'Algo tão obvio e a gente tem que cobrar. Não aguento mais essa inércia e irresponsabilidade de governo federal e estadual", disse um usuário. "Meia dizia de bancos para centenas de passageiros passando pela estação", diz outro. 
A página mostra, diariamente, os problemas do sistema de trens. A atualização acontece muito mais de uma vez ao dia, quando os trens apresentam problemas de atraso, superlotação, paradas consideradas erradas, falta de aviso sobre problemas, entre outras centenas de reclamações.
"O valor que a gente paga não condiz com o serviço oferecido, a gente sofre diariamente com atrasos. Não tem um dia que não acontece de não atrasar um ramal. Eu me sinto com um prejuízo porque não vale a pena o serviço do valor da passagem pelo serviço oferecido: trens superlotados, falta de acessibilidade. O investimento de R$ 175 milhões numa estação que foi inaugurada sem banco e tem elevador que não funciona? Não vejo esses R$175 milhões investidos", completa Vitor. 
Vitor disse que, no mesmo dia em que viu que os bancos instalados, ele tirou fotos e fez um post. "Por mais que tenham colocado os bancos, foram poucos, para a demanda da estação. Futuramente essa estação vai receber um número de pessoas maior ainda porque a estação de São Cristóvão vai entrar em obras e vai direcionar pessoas para Maracanã", diz ele. 
A Supervia informou que, por enquanto, o número de bancos é esse. Mas que, se for constatada necessidade de mais bancos, outros serão colocados. 

Jornal do Brasil – 16/10/2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Governo define traçado de trem elétrico até Confins (MG)

O Veículo Leve sobre trilhos (VLT) vai ligar o hipercentro de Belo Horizonte ao aeroporto internacional. 

Foi definida, na tarde desta quinta-feira, a diretriz básica que será empregada no transporte Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que ligará o hipercentro de Belo Horizonte ao Aeroporto de Confins, na Região Metropolitana da capital. As sugestões haviam sido apresentadas pelas empresas que participam do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) e foram avaliadas pelo Governo do Estado em conjunto com a Prefeitura de BH.

Traçado .

De acordo com o governo do Estado, a rota proposta tem como ponto de partida o Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Tergip). Em seguida, o trajeto passa pela Via Expressa Leste-Oeste, sentido Bairro Carlos Prates. Pelo Bairro Padre Eustáquio, o traçado alcança a Avenida Pedro II e continua até o cruzamento com o Anel Rodoviário, passando pela Avenida Tancredo Neves e chegando próximo à orla da Lagoa da Pampulha. 

O trajeto continua por um vale até o Bairro Pio XII e depois segue acompanhando leito de córregos até a Avenida Vilarinho, na altura da Avenida Baleares, onde transpõe o relevo e chega ao Bairro Morro Alto, próximo à Cidade Administrativa, através da Alameda José Maria Alkimin.

Já no final do trecho, haverá duas opções: seguir para o Aeroporto de Confins, acompanhando a rodovia MG 010 ou ir em direção ao Aeroporto da Pampulha, passando pela Estação Vilarinho e pelo Bairro Planalto.

PMI

Conforme informações do governo, a primeira etapa do PMI buscou definir, através de estudos de alternativas, o trajeto mais viável e a definição da tecnologia a ser utilizada. Nesta etapa, quatro grupo de empresas apresentaram propostas. 


O sistema deverá atender as seguintes demandas: 



- ser preferencialmente em nível com as vias existentes, reduzindo-se os custos de implantação; 

- ser segregado do sistema de transporte atual, com vias exclusivas, para garantir maior velocidade, frequência e pontualidade

- ser conectado, a partir do Centro de Belo Horizonte ao Aeroporto de Confins, sem necessidade de baldeação.

As empresas interessadas em continuar participando do PMI deverão apresentar estudos complementares de demanda, de engenharia e infraestrutura, de impacto, social e ambiental, além de modelo econômico-financeiro e plano de negócios.



Estado de Minas – 09/10/2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Monotrilho de Poços de Caldas (MG) pode ser demolido

Idealizado em 1981, primeiro sistema do tipo no país nunca chegou a funcionar de fato.

A obra inacabada do monotrilho de Poços de Caldas, no Sul de Minas, pode nunca cumprir o papel de servir como transporte coletivo para os moradores. Enquanto o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) tenta reativar o sistema, a prefeitura do município estuda demolir a estrutura se ela representar algum perigo para a população. Em 2003, dois pilares da estrutura desabaram

“Estamos buscando fazer um laudo. Caso ele mostre que há riscos, tomaremos medidas jurídicas para a demolição”, informou o secretário municipal de Governo, Fernando Posso.

Visionária para a época, a construção do monotrilho foi aprovada em 1981. Menos de 8 km dos 30 km previstos foram entregues em 2000. Porém, na viagem de inauguração, uma pane técnica interrompeu a estreia. Em 2003, dois pilares de aproximadamente 6 m de altura desabaram, dificultando que o monotrilho funcionasse a pleno vapor. “O laudo da perícia aponta que a prefeitura é a culpada pela queda dos pilares por causa de obras de desassoreamento do rio Lambari”, informou o promotor Emmanuel Levenhagen. Já o secretário de Governo disse que a queda aconteceu há mais de dez anos e que esse não é o motivo das obras estarem paradas até hoje.

A empresa J. Ferreira Ltda. construiu o monotrilho e tem a concessão para operá-lo por 50 anos. A reportagem tentou contato com os proprietários, mas ninguém foi encontrado nos telefones da empresa. No escritório do advogado da companhia, José Cardilho, a reportagem foi informada que ele estava viajando.

Mediação. A promotoria pretende propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a prefeitura e empresa. Segundo Levenhagen, a ideia é permitir que a empresa coloque o monotrilho para funcionar em parte do trajeto já construído. Isso vai possibilitar um estudo de viabilidade do projeto.

Depois da experiência e caso o sistema se mostre viável, um acordo definitivo poderá ser feito. A prefeitura se dispôs a conversar com os promotores.

O Tempo Brasil – 01/10/2014

Comentário do Sinferp

E tem gente que acredita que o atual governo de São Paulo "inventou" o monotrilho.

Homem que colou adesivos falsos em trens do RJ é investigado

Adesivo que simula ser oficial pede que passageiros deem 'colo' para outros. Câmeras de vigilância flagraram suspeito de colar a peça nos trens. 

A polícia procura o homem que aparece em imagens de câmeras de segurança da SuperVia colando adesivos falsos nos trens. Ironizando a superlotação, a mensagem contida nos adesivos sugere que os passageiros sentem no colo de quem ocupa assentos nos horários de pico. O que parecia ser um protesto em tom de sátira contra as condições do transporte virou caso de polícia depois que a concessionária que administra os trens fez um registro de ocorrência. 

O adesivo que tem chamado a atenção dos passageiros traz as logomarcas da Supervia, da Prefeitura do Rio e do Governo do Rio de Janeiro, simulando se tratar de uma peça de campanha institucional. Sob a chancela de “atenção”, o adesivo informa que “em horários de pico, pode ser necessário que você deixe outras pessoas sentarem no seu colo”. 

A Supervia disse que registrou denúncia na Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD) pelos crimes de falsificação de marca, utilização de símbolos ou identificadores de órgãos ou entidades da Administração Pública e perturbação de serviço de estrada de ferro. 

Segundo a concessionária, o suspeito foi identificado na sexta-feira depois de embarcar na Central do Brasil, por volta das 15h30. Após vistoria no trem, agentes identificaram três adesivos. As imagens registradas pelo circuito interno de câmeras permitiram identificar o rapaz que colou as peças na composição. A Supervia destacou que já entregou as imagens para a polícia. 

G1 – 20/09/2014 

Transportar o povo feito sardinha não é crime. Ironizar essa gritante realidade é crime. Este é o país.... O adesivo não é falso. Falsa é a autoria à ele atribuida.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Falha faz trens circularem devagar na Linha 5 do Metrô e Linha 7 da CPTM

Enquanto isso...
Uma falha em um equipamento de via faz os trens circularem mais devagar na tarde desta segunda-feira na Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo. A pane, segundo a empresa, ocorreu por volta das 15h30 entre as Estações Largo Treze e Adolfo Pinheiro - esta última, aberta no início do ano.
De acordo com o Metrô, que é controlado pelo governo do Estado, a avaria levou poucos minutos para ser solucionada. Ainda assim, por volta das 16h40, os trens ainda rodavam com lentidão no ramal da zona sul da capital.
Por volta das 15h20, uma falha em uma composição da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) ampliou o tempo de parada nas estações da Linha 7-Rubi (Luz-Francisco Morato). De acordo com a empresa, o trem que teve a pane (a natureza dela não foi divulgada) teve que ser esvaziado na Estação Palmeiras-Barra Funda. Ele seguia no sentido Luz. A CPTM informou que às 16h27 a linha entrava em "processo de normalização".
Yahoo – Caio do Valle – 13/10/2014