quinta-feira, 5 de março de 2015

Bandidos promovem arrastão em trem da SuperVia na Zona Norte do Rio de Janeiro

Criminosos invadiram composição no trecho entre Marechal Hermes e Bento Ribeiro e exigiram pertences de passageiros
Rio - Passageiros de um trem da SuperVia viveram momentos de terror na manhã desta quinta-feira. Por volta das 10h20, três homens promoveram um arrastão em uma composição que seguia para a Central do Brasil, no trecho entre Marechal Hermes e Bento Ribeiro.

Os criminosos entraram no primeiro vagão do trem, anunciaram o assalto e obrigaram os passageiros a entregarem celulares e pertences. Um dos bandidos estava armado. Desesperados, os passageiros saíram correndo para o segundo vagão da composição.

Quando o trem chegou à estação Bento Ribeiro, um agente da SuperVia parou a composição. Os passageiros então correram para fora do trem e saíram da estação. Os bandidos desapareceram. Quando o trem chegou à estação Madureira, policiais do Grupamento de Polícia Ferroviária (GPFer) revistaram todos os homens que saíram da composição.

A SuperVia não informou o procedimento adotado no incidente desta quinta-feira. Por telefone, limitou-se a dizer que a segurança pública é atividade típica e exclusiva do Estado, garantida nos trens e nas estações pelo GPFer. Ainda de acordo com a concessionária, a circulação não foi afetada.

A Polícia Militar esclareceu que os policiais do GPFer operam diretamente na malha ferroviária e as outras unidades são empregadas no entorno das estações. Em nota, a PM pediu que denúncias sejam feitas através do 190 ou do Disque denúncia 2253-1177 e ressaltou a importância do registro das ocorrências nas delegacia, para que sejam elaboradas novas estratégias de policiamento para o local.

O Dia – Angélica Fernandes e Tiago Frederico - 05/03/2015

Comentário do Sinferp


Revistaram TODOS os homens? Só mesmo rindo. Kkkkkkk Ah, os passageiros devem registrar boletins de ocorrência? Devem, isso sim, é procurar um advogado e mover ação contra a concessionária. A segurança do usuários, na estação e na viagem, é de responsabilidade da concessionária. Agora, além de insegurança, ainda têm que conviver com constrangimento?

Metrô estuda estender por 5,5 horas horário de trens aos domingos no DF

Serviço passaria a funcionar como nos outros dias, das 6h às 23h30. Déficit no número de servidores prejudica medida; área técnica avalia.

O presidente do Metrô, Marcelo Dourado, informou ao G1 que estuda ampliar o horário do serviço aos domingos, adotando a mesma escala usada nos outros dias da semana. Com isso, os trens passariam a circular por cinco horas e meia a mais. Atualmente, o serviço funciona até as 19h aos domingos.

Estamos pensando em estender o horário do domingo, como no dos dias normais, em março. Uma composição leva 1,4 mil pessoas e em uma velocidade maior que a do ônibus. É benefício para a população" Marcelo Dourado, presidente do Metrô

"Estamos pensando em estender o horário do domingo, como no dos dias normais, em março", declarou. "Uma composição leva 1,4 mil pessoas e em uma velocidade maior que a do ônibus. É benefício para a população."

Os empecilhos estão em relação à operacionalização da atividade: a empresa tem déficit de funcionários e chegou a solicitar ao Executivo autorização para, mesmo com as limitações da Lei de Responsabilidade Fiscal, contratar 80 pessoas aprovadas em concurso para atuar na bilhetagem. A deficiência tem levado à liberação de catracas, com prejuízo de R$ 30 mil por mês.  De acordo com a autarquia, as áreas técnicas estudam como viabilizar a ampliação. O Metrô funciona entre 6h e 23h30 de segunda a sábado e 7h e 19h aos domingos e feriados. A média é de 140 mil passageiros por dia. O sistema tem 54 quilômetros de extensão e liga Ceilândia e Samambaia ao Plano Piloto.

A estação com maior fluxo é a da rodoviária, por onde passam 20 mil pessoas por dia. O preço cobrado pela passagem é de R$ 3 (R$ 2 aos finais de semana e feriados).

Mais servidores

A direção do Metrô solicitou ao GDF autorização para convocar 80 operadores aprovados no último concurso da empresa sob o argumento de que a autarquia vive uma excepcionalidade já que, por falta de servidores, precisa frequentemente liberar o acesso gratuito de passageiros. O prejuízo estimado com as "catracas livres" é de até R$ 30 mil por mês.

O Comitê de Governança do DF  – que reúne as secretarias de Planejamento, Fazenda e Gestão Administrativa, além da Casa Civil e da Procuradoria do DF e monitora gastos da administração – disse entender o problema do Metrô e afirmou estar avaliando soluções. A organização declarou ainda que o Executivo está impedido de fazer novas contratações até o final de maio, por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Os operadores metroviários são responsáveis por todos os serviços dentro da estação, incluindo a venda das passagens, o auxílio a pessoas com deficiência, o monitoramento de câmeras e a prestação de informações. Por causa do baixo número de servidores, eles geralmente trabalham em dupla. A última seleção para o cargo ocorreu em 2013, e 420 pessoas aprovadas esperam desde então serem chamados pelo Metrô.


G1 – Raquel Morais - 05/023/2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

Após colisão de trens, Supervia distribui 100 mil bilhetes no ramal Japeri (RJ) na manhã desta quarta-feira

Concessionária tenta ressarcir passageiros que foram prejudicados por acidente em janeiro.
A Supervia distribuiu, na manhã desta quarta-feira (4), 100 mil bilhetes para passageiros do ramal Japeri. Segundo a concessionária, os bilhetes foram entregues gratuitamente como ressarcimento pelos danos morais coletivos gerados pelo acidente que ocorreu no dia 5 de janeiro. No ocorrido, um trem atingiu a traseira de outra composição em Mesquita, na Baixada Fluminense, deixando 229 feridos.
De acordo com a Supervia, a distribuição é realizada nas 15 estações do ramal, no trecho compreendido entre Ricardo de Albuquerque e Paracambi. Os ingressos em papel moeda devem ser trocados na bilheteria pela versão eletrônica. A concessionária tenta atingir o total do valor estimado no acordo feito com a Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

R7 - 04/03/2015

Sistema de trens do Subúrbio de Salvador (BA) será substituído pelo VLT

Basta um olhar por toda avenida Jequitaia, no bairro Água de Meninos, em Salvador, para ver o estado de abandono em que se encontram alguns galpões localizados dentro do espaço da linha férrea da Suburbana.

Galpões construídos em alvenaria para abrigar antigos depósitos de lojas e peças de reparo para os trens estão abandonados, servindo de abrigo para moradores de rua e marginais da região.

Porém, os galpões estão com os dias contados. Tudo por conta de uma reforma que irá transformar o antigo trem do Subúrbio Ferroviário em um Veículo Leve Sobre Trilho (VLT), segundo nota oficial da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB).

Com isso, "dos atuais 13,5 km e 10 estações, o sistema, quando transformado em VLT, terá 18,5 km e 21 estações, sendo ampliado para chegar ao bairro do Comércio, na região do Terminal da França, e à região de São Luís, no bairro de Paripe", diz a nota.

Entre o fim do primeiro semestre e início do segundo deste ano, será aberta a licitação do Veículo Leve Sobre Trilho (VLT) do Subúrbio, que promete modernizar o serviço, segundo nota da  Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB). 

Entre as inovações também estão: requalificação e modernização. Porém, a mudança mais significativa estará no conforto e no tempo reduzido que os passageiros ganharão em cada viagem.

O sistema de trens do Subúrbio foi transferido da Prefeitura de Salvador para o Governo do Estado em abril de 2013.


A Tarde – Raul Aguilar - 04/03/2015

terça-feira, 3 de março de 2015

Alstom inaugura sua primeira linha de produção de VLTs na América Latina, em Taubaté (SP)

A Alstom inaugurou uma nova linha de produção dedicada ao Citadis, seu modelo de Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), em Taubaté, no interior de São Paulo. A cerimônia de inauguração contou com a presença de autoridades locais, representantes da companhia e Henri Poupart Lafarge, Presidente mundial da Alstom Transport. Essa nova linha de produção – na qual a Alstom investiu cerca de R$ 50 milhões – atenderá ao mercado brasileiro e, em um futuro próximo, à América Latina, onde os projetos de VLTs estão a todo vapor. Quando estiver em operação plena, a fábrica irá gerar cerca de 150 empregos diretos.

Os primeiros VLTs a serem produzidos em Taubaté são parte dos 32 trens modelo Citadis encomendados para a cidade do Rio de Janeiro, para o consórcio do VLT Carioca, em setembro de 2013 [1]. Esse contrato é parte do projeto Porto Maravilha, liderado pelo município, para modernizar a zona portuária do Rio. A expectativa é que os modais sejam entregues entre 2015 e meados de 2016, a tempo para os Jogos Olímpicos.

A nova fábrica possui cerca de 16 mil metros quadrados e é capaz de produzir de 7 a 8 trens por mês. A unidade preza por boas práticas ambientais e utilizará, por exemplo, água proveniente de chuva para os testes feitos com água nos trens.

A Alstom já vendeu 1.900 Citadis para 49 cidades ao redor do mundo. 1500 já estão em circulação e já transportaram mais de 6 bilhões de passageiros.


[1] A Alstom fornecerá 32 VLTs Citadis sem catenária juntamente com fonte de alimentação, sistemas de sinalização e telecomunicações


Fonte: Alstom

Mulher cai em vão entre plataforma e composição ao tentar embarcar em trem do ramal Santa Cruz (RJ)

Vítima ficou presa em vão entre composição e plataforma na estação de Bangu.
Uma mulher caiu no vão entre o trem e a plataforma ao tentar embarcar em uma composição na estação de Bangu, na manhã desta terça-feira (3). Segundo a SuperVia, o caso aconteceu por volta das 6h10. A passageira estava embarcando em um trem extra que saía de Bangu, zona oeste, para a Central do Brasil, e ficou presa no vão. 
Agentes do Samu foram acionados para ajudar no socorro. A vítima foi retirada e atendida no local. De acordo com a concessionária, o trem extra, que sairia às 6h12, saiu às 7h02. Nesse intervalo, a circulação no ramal Santa Cruz ficou regular e os passageiros puderam seguir viagem em outras composições. 
R7 – 03/03/2015

segunda-feira, 2 de março de 2015

Trem da Linha 7-Rubi da CPTM circula com portas abertas

Falha registrada por passageiros ocorreu na manhã desta segunda (2). SPTV contabilizou 20 panes na linha em 2015; CPTM diz que foram 4.

Um trem da CPTM andou por duas estações com as portas abertas na manhã desta segunda-feira (2). A falha registrada pelos passageiros é mais uma da Linha 7-Rubi que, pela contagem do SPTV, já teve 20 problemas esse ano.

O assistente comercial Diego Marques estava no trem e filmou a cena. O problema ocorreu por volta das 7h30. “Quando chegou em Pirituba eles pediram para evacuar o trem e sair, mas o trem andou todo o percurso com porta aberta”, relata.

Com uma faixa amarela no local da porta e dois seguranças da Companhia na frente, o trem saiu da estação Jaraguá, passou pela Vila Clarice e parou em Pirituba.

A plataforma da estação Pirituba ficou lotada. A auxiliar administrativa Cibele Rodrigues também registrou a cena. Ela mora em Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo, e pega a Linha Rubi todos os dias. Segundo a jovem, as penas são diárias. “Três quatro vezes na semana, praticamente é sempre, é constante.”

A CPTM tem cinco linhas que por dia fazem 2600 viagens. Na contagem feita pelo SPTV, a rede apresentou 55 falhas esse ano – 20 só na Linha 7-Rubi que vai de Jundiaí até a Luz.

A maioria das falhas é nos trens. Foram problemas nas portas, nos freios, no sistema de energia que alimenta as composições. Na conta não entram os problemas causados por alagamentos como o da semana passada, que gerou confusão na Estação Palmeiras-Barra Funda.

O caso mais grave registrado pelo SPTV esse ano foi um incêndio em um vagão, na Estação Ribeirão Pires, da linha Turquesa, no ABC. Os passageiros saíram desesperados. Alguns passaram mal.

O porta voz da CPTM diz que os seguranças agiram de forma correta ao desocupar o trem só na estação Pirituba. E que a Linha 7-Rubi teve quatro falhas notáveis esse ano.


G1 – 02/03/2015

Comentário do Sinferp

Bem, empresa com novo presidente. Esperamos que com novas práticas.

Projeto em estações de trem busca ajudar vítimas de violência doméstica no Rio de Janeiro

Lançamento do programa Via Lilás. Projeto em estações de trem que busca ajudar vítimas de violência doméstica no Rio.

Um projeto do governo estadual do Rio de Janeiro, em parceria com o Banco Mundial, vai ajudar mulheres vítimas de violência doméstica e oferecer creches públicas em estações de trem da região metropolitana. O projeto Via Lilás foi lançado hoje (2) na estação de trem de Bonsucesso, na zona norte da capital.

Em 14 estações haverá terminais de computador disponíveis para prestar informações às mulheres sobre violência doméstica, como legislação, dados sobre a rede de saúde e formas de denunciar esse tipo de crime.

Também serão criadas duas casas Lilás, na Pavuna, na zona norte do Rio, e em Nova Iguaçu. Esse espaço oferecerá cursos, atividades culturais, atendimento jurídico e de saúde. Também está prevista a instalação de quatro creches, que serão administradas pelas prefeituras do Grande Rio, próximas a quatro estações ferroviárias.

Danusia Tomaz, vítima de violência doméstica, preside a Associação de Moradores do Morro do Adeus, no Complexo do Alemão, na zona norte da cidade. “Eu já sofri violência com meus primeiro e segundo maridos. Cinco meses atrás, fui vítima mais uma vez, mas dessa vez eu denunciei. Não tive vergonha de denunciar. e as mulheres não têm que ter vergonha nenhuma. Eles têm que ser punidos. A gente não pode ficar a vida inteira apanhando.”

A diretora executiva do Banco Mundial, Sri Mulyani Indrawati, disse que o Brasil tem hoje a melhor lei contra a violência doméstica do mundo, a Lei Maria da Penha, mas ressalou que ainda há um longo caminho a percorrer na equidade de gênero, já que as mulheres ainda recebem os menores salários e têm taxa de desemprego mais alta.


EBC – Vitor Abdala - 02/03/2015

As duas últimas ferrovias de passageiros no Brasil

domingo, 1 de março de 2015

VLT do Rio terá pagamento de passagem voluntário, sem cobrador

Aposta é de uma nova cultura de utilização do transporte público. Controle de passageiros será aferido por sistema eletrônico de contagem.

A cobrança das passagens para o Veículo Leve sob Trilhos (VLT), que deve começar a circular em 2016, será baseado em um modelo bem sucedido já implantado em grandes cidades mundo afora e que depende da boa fé do passageiro. Como antecipou o jornal O Globo nesta sexta-feira (27), o esquema será adotado já que não é possível construir estações fechadas ao longo de todo o trajeto.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), para a instalação de catracas, seria necessária a construção de estações em cada ponto, o que tornaria o projeto limitado. O controle de passageiros e a diferença na validação serão aferidos por sistemas eletrônicos de contagem.

A fiscalização presencial também completa o plano de inteligência para ações de redução de inadimplência. A aposta da prefeitura do Rio é em criar uma nova cultura de utilização do transporte público.

A Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas (Secpar) informou que a opção pela validação voluntária parte do conceito de agilidade e conforto aos usuários.


G1 – 27/02/2015